Carma de Solidão
Caminhas, na Terra, experimentando carência afetiva e aflição, que acreditas não ter como superar.
Sorris, e tens a impressão de que é um esgar que te sulca a face.
Anelas por afetos e constatas que a ninguém inspiras amor, atormentando-te, não poucas vezes, e resvalando na melancolia injustificável.
Planejas a felicidade e lutas por consegui-la, todavia, descobres-te a sós, carpindo rude angústia interior.
Gostarias de um lar em festa, abençoado por filhos ditosos e um amor dedicado que te coroassem a existência com os louros da felicidade.
Sofres e consideras-te desditoso.
Ignoras, no entanto, o que se passa com os outros, aqueles que se te apresentam felizes, que desfilam nos carros do aparente triunfo, sorridentes e engalanados.
Também eles experimentam necessidades urgentes, em outras áreas, não menos afligentes que as tuas.
Se os pudesses auscultar, perceberias como te invejam alguns daqueles cuja felicidade cobiças.
A vida, na Terra, é feita de muitos paradoxos. E isto se dá em razão de ser um planeta de provações, de experiências reeducativas, de expiações redentoras.
Assim, não desfaleças, porquanto este é o teu carma de solidão.
Faze, desse modo, uma pausa, nas tuas considerações pessimistas e muda de atitude mental, reintegrando-te na ação do Bem.
O que ora te falta, malbarataste.
Perdeste, porque descuraste enquanto possuías, o de que agora tens necessidade.
A invigilância levou-te ao abuso, e delinqüiste contra o amor.
A tua consciência espiritual sabe que necessitas de expungir e de reparar, o que te leva, nas vezes em que o júbilo te visita, a retornar à tristeza, rememorar sofrimentos, fugindo para a tua solidão...
Além disso, é muito provável que, aqueles a quem magoaste, não se havendo recuperado, busquem-te, psiquicamente, assim te afligindo.
Reage com otimismo à situação e enriquece-te de propósitos superiores, que deves pôr em execução.
Ama, sem aguardar resposta.
Serve, sem pensar em recompensa.
O que ora faças no Bem, atenuará, liberará o que realizaste equivocadamente e, assim, reencontrar-te-ás com o amor, em nome d’Aquele que permanece até agora entre nós como sendo o Amor não Amado, porém, amoroso de sempre.
Joanna de Ângelis
(Viver e amar - Divaldo P. Franco)
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Solidão – Saiba as diferenças entre viver sozinho e sentir-se sozinho
Solidão – Saiba as diferenças entre viver sozinho e sentir-se sozinho
A solidão é um estado interno, a princípio um sentimento de que algo ou alguém está faltando. No vocabulário da língua portuguesa, a palavra “solidão” significa: estado de quem se sente ou está só. Segundo a psicologia, solidão é uma “doença traiçoeira” que nenhum aparelho da medicina consegue detectar e que provoca na maioria das vezes, reflexos na postura humana como:
- Isolamento
- Constante desânimo e indisposição
- Sentimentos de tristeza sem razão aparente
- Baixa auto estima
Atualmente muitas pessoas moram sozinhas e levam uma vida bastante independente. De acordo com a terapeuta e educadora psico-corporal pela Dinâmica Energética do Psiquismo (DEP) Elaine Lilli Fong, não podemos dizer que são pessoas solitárias, desde que elas se sintam em paz com essa situação. Entretanto, o que mostra é que o sentimento de solidão pode estar presente em qualquer lugar ou situação, como por exemplo, durante uma festa com os amigos, no trabalho e até mesmo dentro de casa com a própria família. Elaine relembra que cada ser humano vem sozinho ao mundo, passa pela vida como uma pessoa separada e morre sozinho. Que as fases da passagem pela vida física permitem muitas experiências, porém tudo é passageiro.
A terapeuta defende a idéia de que a separação, o estar só são apenas ilusões, pois nada se vai totalmente e nada está separado. Ficará sempre a lembrança no qual contém toda a experiência e vivência ocorrida, o que é muito rico.
Joanna de Ângelis, autora espiritual do livro “O Homem Integral”, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, afirma “[...] Solidão é espectro cruel que se origina nas paisagens do medo e que na atualidade, é um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e a humanidade. O homem solitário é todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, alguém que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.” (FRANCO, Divaldo Pereira, O Homem Integral, Ed.LEAL, 2006, São Paulo)
Para o espírito Hammed, no livro “As Dores da Alma”, psicografado pelo médium Francisco do Espírito Santo Neto, “[...] Sofremos de solidão toda vez que desprezamos as inerentes vocações e naturais tendências da alma [...] nos distanciamos do que realmente somos, criamos um autodesprezo, passando, a partir daí, a desenvolver um sentimento de solidão, mesmo rodeados das pessoas mais importantes e queridas de nossa vida.” (NETO, Francisco do Espírito Santo, As Dores da Alma, Ed. Boa Nova, 2000, São Paulo)
Os perigos da solidão
A psicóloga e especialista em psicossomática Rosemeire Zago, alerta sobre os perigos da solidão e afirma que quando as pessoas se sentem neste estado, estão mais propensas a recorrer ao uso de álcool, drogas ou comida em excesso em busca de uma fuga. Roseimeire alerta para o fato de que não é negando, nem fugindo do que se sente, o melhor caminho para se livrar de toda a dor. Segundo a psicóloga, o sentimento de solidão, na maioria das vezes, provoca muita angústia e traz um forte sentimento de auto-depreciação e insegurança, com pensamentos negativos freqüentes. Desta forma, ao invés de eliminar ou aliviar a angústia, permite que a mesma aumente ainda mais.
Rosemeire ainda esclarece que é preciso ter consciência de que não adianta manter esses pensamentos sobre si mesmo, que com certeza eles não refletem a realidade. Se trancar em casa e se isolar, deixando que o desespero e as lágrimas dominem a vida, não trará melhoras, ao contrário, só agrava esse momento tão delicado.
Ainda no livro “As Dores da Alma”, o espírito Hammed revela “[...] é preciso abandonarmos nossa compulsão de fazer-nos seres idealizados, nossa expectativa fantasiosa de perfeição e nosso modelo social de felicidade [...] Exterminamos o clima de pressão, de abandono, de tensão e de solidão que sentimos interiormente, para transportamo-nos para uma existência de satisfação íntima e para uma indescritível sensação de vitalidade.”
Especialistas alertam para a importância da observação dos sentimentos de solidão, independente de estar ou não sozinho (a) e, havendo atitudes de constante isolamento, é necessário buscar auxílio de um profissional da saúde, além de atividades que estimulem o bem estar e elevam a auto estima.
A solidão é um estado interno, a princípio um sentimento de que algo ou alguém está faltando. No vocabulário da língua portuguesa, a palavra “solidão” significa: estado de quem se sente ou está só. Segundo a psicologia, solidão é uma “doença traiçoeira” que nenhum aparelho da medicina consegue detectar e que provoca na maioria das vezes, reflexos na postura humana como:
- Isolamento
- Constante desânimo e indisposição
- Sentimentos de tristeza sem razão aparente
- Baixa auto estima
Atualmente muitas pessoas moram sozinhas e levam uma vida bastante independente. De acordo com a terapeuta e educadora psico-corporal pela Dinâmica Energética do Psiquismo (DEP) Elaine Lilli Fong, não podemos dizer que são pessoas solitárias, desde que elas se sintam em paz com essa situação. Entretanto, o que mostra é que o sentimento de solidão pode estar presente em qualquer lugar ou situação, como por exemplo, durante uma festa com os amigos, no trabalho e até mesmo dentro de casa com a própria família. Elaine relembra que cada ser humano vem sozinho ao mundo, passa pela vida como uma pessoa separada e morre sozinho. Que as fases da passagem pela vida física permitem muitas experiências, porém tudo é passageiro.
A terapeuta defende a idéia de que a separação, o estar só são apenas ilusões, pois nada se vai totalmente e nada está separado. Ficará sempre a lembrança no qual contém toda a experiência e vivência ocorrida, o que é muito rico.
Joanna de Ângelis, autora espiritual do livro “O Homem Integral”, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, afirma “[...] Solidão é espectro cruel que se origina nas paisagens do medo e que na atualidade, é um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e a humanidade. O homem solitário é todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, alguém que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.” (FRANCO, Divaldo Pereira, O Homem Integral, Ed.LEAL, 2006, São Paulo)
Para o espírito Hammed, no livro “As Dores da Alma”, psicografado pelo médium Francisco do Espírito Santo Neto, “[...] Sofremos de solidão toda vez que desprezamos as inerentes vocações e naturais tendências da alma [...] nos distanciamos do que realmente somos, criamos um autodesprezo, passando, a partir daí, a desenvolver um sentimento de solidão, mesmo rodeados das pessoas mais importantes e queridas de nossa vida.” (NETO, Francisco do Espírito Santo, As Dores da Alma, Ed. Boa Nova, 2000, São Paulo)
Os perigos da solidão
A psicóloga e especialista em psicossomática Rosemeire Zago, alerta sobre os perigos da solidão e afirma que quando as pessoas se sentem neste estado, estão mais propensas a recorrer ao uso de álcool, drogas ou comida em excesso em busca de uma fuga. Roseimeire alerta para o fato de que não é negando, nem fugindo do que se sente, o melhor caminho para se livrar de toda a dor. Segundo a psicóloga, o sentimento de solidão, na maioria das vezes, provoca muita angústia e traz um forte sentimento de auto-depreciação e insegurança, com pensamentos negativos freqüentes. Desta forma, ao invés de eliminar ou aliviar a angústia, permite que a mesma aumente ainda mais.
Rosemeire ainda esclarece que é preciso ter consciência de que não adianta manter esses pensamentos sobre si mesmo, que com certeza eles não refletem a realidade. Se trancar em casa e se isolar, deixando que o desespero e as lágrimas dominem a vida, não trará melhoras, ao contrário, só agrava esse momento tão delicado.
Ainda no livro “As Dores da Alma”, o espírito Hammed revela “[...] é preciso abandonarmos nossa compulsão de fazer-nos seres idealizados, nossa expectativa fantasiosa de perfeição e nosso modelo social de felicidade [...] Exterminamos o clima de pressão, de abandono, de tensão e de solidão que sentimos interiormente, para transportamo-nos para uma existência de satisfação íntima e para uma indescritível sensação de vitalidade.”
Especialistas alertam para a importância da observação dos sentimentos de solidão, independente de estar ou não sozinho (a) e, havendo atitudes de constante isolamento, é necessário buscar auxílio de um profissional da saúde, além de atividades que estimulem o bem estar e elevam a auto estima.
Solidão - Joanna de Ângelis
Solidão
Espectro cruel que se origina nas paisagens do medo, a solidao é , na atualidade, um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e o homem.
A necessidade de relacionamento humano, como mecanismo de afirmação pessoal, tem gerado vários distúrbios de comportamento, nas pessoas tímidas, nos indivíduos sensíveis e em todos quantos enfrentam problemas para um intercâmbio de idéias, uma abertura emocional, uma convivência saudável.
Enxameiam, por isso mesmo, na sociedade, os solitários por livre opção e aqueloutros que se consideram marginalizados ou sao deixados à distância pelas conveniências dos grupos.
A sociedade competitiva dispõe de pouco tempo para a cordialidade desinteressada, para deter-se em labores a benefício de outrem.
O atropelamento pela oportunidade do triunfo impede que o indivíduo, como unidade essencial do grupo, receba consideração e respeito ou conceda ao próximo este apoio, que gostaria de fruir.
A mídia exalta os triunfadores de agora, fazendo o panegírico dos grupos vitoriosos e esquecendo com facilidade os heróis de ontem, ao mesmo tempo que sepultam os valores do idealismo, sob a retumbante cobertura da insensatez e do oportunismo.
O homem, no entanto, sem ideal, mumifica-se. O ideal é-lhe de vital importância, como o ar que respira.
O sucesso social não exige, necessariamente, os valores intelecto-morais, nem o vitalismo das idéias superiores, antes cobra os louros das circunstâncias favoráveis e se apóia na bem urdida promoção de mercado, para vender imagens e ilusões breves, continuamente substituídas, graças à rapidez com que devora as suas estrelas.
Quem, portanto, nao se vê projetado no caleidoscópio mágico do mundo fantástico, considera-se fracassado e recua para a solidão, em atitude de fuga de uma realidade mentirosa, trabalhada em estúdios artificiais.
Parece muito importante, no comportamento social, receber e ser recebido, como forma de triunfo, e o medo de nao ser lembrado nas rodas bem sucedidas, leva o homem a estados de amarga solidão, de desprezo por si mesmo.
O homem faz questão de ser visto, de estar cercado de bulha, de sorrisos embora sem profundidade afetiva, sem o calor sincero das amizades, nessas areas, sempre superficiais e interesseiras. O medo de ser deixado em plano secundário, de não ter para onde ir, com quem conversar, significaria ser desconsiderado. atirado à solidão.
Há uma terrível preocupacão para ser visto, fotografado, comentado, vendendo saúde, felicidade, mesmo que fictícia.
A conquista desse triunfo e a falta dele produzem solidão.
O irreal, que esconde o caráter legítimo e as lidimas aspiracões do ser, conduz à psiconeurose de auto-destruicao.
A ausência do aplauso amargura, face ao conceito falso em torno do que se considera, habitualmente como triunfo. Há terrível ânsia para ser-se amado, nao para conquistar o amor e amar, porém para ser objeto de prazer, mascarado de afetividade. Dessa forma, no entanto, a pessoa se desama, nao se torna amável nem amada realmente.
Campeia, assim, o "medo da solidao", numa demonstração caótica de instabilidade emocional do homem, que parece haver perdido o rumo, o equilíbrio.
O silêncio, o isolamento espontâneo, são muito saudaveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, auto-aprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior.
O sucesso, decantado como forma de felicidade, é, talvez, um dos maiores responsáveis pela solidão profunda.
Os campeões de bilheteira, nos shows, nas rádios, televisões e cinemas, os astros invejados, os reis dos esportes, dos negócios, cercam-se de fanáticos e apaixonados, sem que se vejam livres da solidão.
Suicídios espetaculares, quedas escabrosas nos porões dos vícios e dos tóxicos comprovam quanto eles são tristes e solitários. Eles sabem que o amor, com que os cercam, traz, apenas, apelos de promoção pessoal dos mesmos que os envolvem, e receiam os novos competidores que lhes ameaçam os tronos, impondo-lhes terríveis ansiedades e insegurancas, que procuram esconder no álcool, nos estimulantes e nos derivativos que os mantém sorridentes, quando gostariam de chorar, quão inatingidos, quanto se sentem fracos e humanos.
A neurose da solidão é doença contemporânea, que ameaca o homem distraído pela conquista dos valores de pequena monta, porque transitórios.
Resolvendo-se por afeiçoar-se aos ideais de engrandecimento humano, por contribuir com a hora vazia em favor dos enfermos e idosos, das criancas em abandono e dos animais, sua vida adquiriria cor e utilidade, enriquecendo-se de um companheirismo digno, em cujo interesse alargar-se-ia a esfera dos objetivos que motivam as experiências vivenciais e inoculam coragem para enfrentar-se, aceitando os desafios naturais.
O homem solitário, todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, é alguem que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.
A velha conceituação de que todo aquele que tem amigos nao passa necessidades, constitui uma forma desonesta de estimar, ocultando o utilitarismo sub-reptício, quando o prazer da afeição em si mesma deve ser a meta a alcancar-se no inter-relacionamento humano, com vista à satisfação de amar.
O medo da solidão, portanto, deve ceder lugar, à confianca nos próprios valores, mesmo que de pequenos conteúdos, porém significativos para quem os possui.
Jesus, o Psicoterapeuta Excelente, ao sugerir o "amor ao proximo como a si mesmo" após o "amor a Deus" como a mais importante conquista do homem, conclama-o a amar-se, a valorizar-se, a conhecer-se, de modo a plenificar-se com o que é e tem, multiplicando esses recursos em implementos de vida eterna, em saudável companheirismo, sem a preocupação de receber resposta equivalente.
O homem solidário, jamais se encontra solitário.
O egoísta, em contrapartida, nunca está solícito, por isto, sempre atormentado.
Possivelmente, o homem que caminha a sós se encontre mais sem solidão, do que outros que, no tumulto, inseguros, estao cercados, mimados, padecendo disputas, todavia sem paz nem fé interior.
A fé no futuro, a luta por conseguir a paz intima - eis os recursos mais valiosos para vencer-se a solidão, saindo do arcabouço egoísta e ambicioso para a realização edificante onde quer que se esteja
Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Do livro: O Home Integral
Espectro cruel que se origina nas paisagens do medo, a solidao é , na atualidade, um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e o homem.
A necessidade de relacionamento humano, como mecanismo de afirmação pessoal, tem gerado vários distúrbios de comportamento, nas pessoas tímidas, nos indivíduos sensíveis e em todos quantos enfrentam problemas para um intercâmbio de idéias, uma abertura emocional, uma convivência saudável.
Enxameiam, por isso mesmo, na sociedade, os solitários por livre opção e aqueloutros que se consideram marginalizados ou sao deixados à distância pelas conveniências dos grupos.
A sociedade competitiva dispõe de pouco tempo para a cordialidade desinteressada, para deter-se em labores a benefício de outrem.
O atropelamento pela oportunidade do triunfo impede que o indivíduo, como unidade essencial do grupo, receba consideração e respeito ou conceda ao próximo este apoio, que gostaria de fruir.
A mídia exalta os triunfadores de agora, fazendo o panegírico dos grupos vitoriosos e esquecendo com facilidade os heróis de ontem, ao mesmo tempo que sepultam os valores do idealismo, sob a retumbante cobertura da insensatez e do oportunismo.
O homem, no entanto, sem ideal, mumifica-se. O ideal é-lhe de vital importância, como o ar que respira.
O sucesso social não exige, necessariamente, os valores intelecto-morais, nem o vitalismo das idéias superiores, antes cobra os louros das circunstâncias favoráveis e se apóia na bem urdida promoção de mercado, para vender imagens e ilusões breves, continuamente substituídas, graças à rapidez com que devora as suas estrelas.
Quem, portanto, nao se vê projetado no caleidoscópio mágico do mundo fantástico, considera-se fracassado e recua para a solidão, em atitude de fuga de uma realidade mentirosa, trabalhada em estúdios artificiais.
Parece muito importante, no comportamento social, receber e ser recebido, como forma de triunfo, e o medo de nao ser lembrado nas rodas bem sucedidas, leva o homem a estados de amarga solidão, de desprezo por si mesmo.
O homem faz questão de ser visto, de estar cercado de bulha, de sorrisos embora sem profundidade afetiva, sem o calor sincero das amizades, nessas areas, sempre superficiais e interesseiras. O medo de ser deixado em plano secundário, de não ter para onde ir, com quem conversar, significaria ser desconsiderado. atirado à solidão.
Há uma terrível preocupacão para ser visto, fotografado, comentado, vendendo saúde, felicidade, mesmo que fictícia.
A conquista desse triunfo e a falta dele produzem solidão.
O irreal, que esconde o caráter legítimo e as lidimas aspiracões do ser, conduz à psiconeurose de auto-destruicao.
A ausência do aplauso amargura, face ao conceito falso em torno do que se considera, habitualmente como triunfo. Há terrível ânsia para ser-se amado, nao para conquistar o amor e amar, porém para ser objeto de prazer, mascarado de afetividade. Dessa forma, no entanto, a pessoa se desama, nao se torna amável nem amada realmente.
Campeia, assim, o "medo da solidao", numa demonstração caótica de instabilidade emocional do homem, que parece haver perdido o rumo, o equilíbrio.
O silêncio, o isolamento espontâneo, são muito saudaveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, auto-aprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior.
O sucesso, decantado como forma de felicidade, é, talvez, um dos maiores responsáveis pela solidão profunda.
Os campeões de bilheteira, nos shows, nas rádios, televisões e cinemas, os astros invejados, os reis dos esportes, dos negócios, cercam-se de fanáticos e apaixonados, sem que se vejam livres da solidão.
Suicídios espetaculares, quedas escabrosas nos porões dos vícios e dos tóxicos comprovam quanto eles são tristes e solitários. Eles sabem que o amor, com que os cercam, traz, apenas, apelos de promoção pessoal dos mesmos que os envolvem, e receiam os novos competidores que lhes ameaçam os tronos, impondo-lhes terríveis ansiedades e insegurancas, que procuram esconder no álcool, nos estimulantes e nos derivativos que os mantém sorridentes, quando gostariam de chorar, quão inatingidos, quanto se sentem fracos e humanos.
A neurose da solidão é doença contemporânea, que ameaca o homem distraído pela conquista dos valores de pequena monta, porque transitórios.
Resolvendo-se por afeiçoar-se aos ideais de engrandecimento humano, por contribuir com a hora vazia em favor dos enfermos e idosos, das criancas em abandono e dos animais, sua vida adquiriria cor e utilidade, enriquecendo-se de um companheirismo digno, em cujo interesse alargar-se-ia a esfera dos objetivos que motivam as experiências vivenciais e inoculam coragem para enfrentar-se, aceitando os desafios naturais.
O homem solitário, todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, é alguem que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.
A velha conceituação de que todo aquele que tem amigos nao passa necessidades, constitui uma forma desonesta de estimar, ocultando o utilitarismo sub-reptício, quando o prazer da afeição em si mesma deve ser a meta a alcancar-se no inter-relacionamento humano, com vista à satisfação de amar.
O medo da solidão, portanto, deve ceder lugar, à confianca nos próprios valores, mesmo que de pequenos conteúdos, porém significativos para quem os possui.
Jesus, o Psicoterapeuta Excelente, ao sugerir o "amor ao proximo como a si mesmo" após o "amor a Deus" como a mais importante conquista do homem, conclama-o a amar-se, a valorizar-se, a conhecer-se, de modo a plenificar-se com o que é e tem, multiplicando esses recursos em implementos de vida eterna, em saudável companheirismo, sem a preocupação de receber resposta equivalente.
O homem solidário, jamais se encontra solitário.
O egoísta, em contrapartida, nunca está solícito, por isto, sempre atormentado.
Possivelmente, o homem que caminha a sós se encontre mais sem solidão, do que outros que, no tumulto, inseguros, estao cercados, mimados, padecendo disputas, todavia sem paz nem fé interior.
A fé no futuro, a luta por conseguir a paz intima - eis os recursos mais valiosos para vencer-se a solidão, saindo do arcabouço egoísta e ambicioso para a realização edificante onde quer que se esteja
Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Do livro: O Home Integral
domingo, 6 de abril de 2014
MELANCOLIA E AUTO ESTIMA
MELANCOLIA E AUTO ESTIMA
No Evangelho segundo o Espiritismo, repositório de sublimes consolações e esclarecimentos, no Capítulo V, item 25, o Espírito François de Genéve, em comunicação transmitida na cidade de Bordeaux, diz ser a melancolia uma saudade que o Espírito reencarnado tem da pátria espiritual. É de extrema importância e urgência que as criaturas reajam a este estado, reforçando a fé em Deus e ocupando-se de algum modo de forma positiva, procurando ser útil a si mesma e à sociedade. Hoje a palavra moderna para melancolia é depressão.
Louise L. Hay, orientadora espiritual, professora e conferencista norte-americana, incentiva as pessoas a atitudes positivas coerentes com as Leis Morais inseridas em “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, obra síntese da Doutrina Espírita. Há mais de quinze anos, após ter-se curado de câncer, vem auxiliando milhares de pessoas a descobrirem e usarem seu potencial de cura individual na luta contra doenças graves. Ela ensina-nos os nove passos para amar a si mesmo:
01) Abandone toda crítica. Recuse-se à criticar. Aceite-se como é. Todos nós mudamos; Esta recomendação, naturalmente, dá um grande alívio, livra-nos de uma enorme pressão interna de cobrança descabida.
02) Não se amedronte. Pare de se aterrorizar com seus pensamentos. Crie uma imagem mental positiva. A minha são rosas brancas, o céu e o mar que me dão muita paz e alegria.
03) Seja gentil, bondoso e paciente, seja gentil com você mesmo, trate-se como trataria alguém a quem ama.
04) Seja bondoso com sua mente. O ódio por si mesmo é apenas o ódio a seus pensamentos, Mude-os delicadamente.
05) Elogie-se. A crítica enfraquece o Espírito. O elogio o fortalece. Elogie-se o máximo que puder. Diga a si mesmo que está indo bem em cada detalhe de sua vida.
06) Dê apoio a si mesmo. Encontre maneiras de se dar apoio. Procure amigos e permita que o ajudem. É sinal de força pedir ajuda quando mais precisa.
07) Seja tolerante com seus defeitos. Reconheça que os criou para satisfazer uma necessidade. Agora está encontrando maneiras novas e positivas de responder a essas necessidades. Com tolerância liberte-se dos antigos padrões vibratórios
08) Cuide de seu corpo. Informe-se sobre a melhor nutrição adequada a você. Sobre exercícios. Proteja e reverencie o templo em que habita.
09) Olhe nos próprios olhos com freqüência . Expresse o crescente sentimento de amor que tem por você mesmo. Perdoe a si mesmo, olhando ao espelho. Converse com seus pais olhando ao espelho. Perdoe-os também.
Os conceitos de nossa querida irmã Louise tem por síntese: Respeito – Amor e Perdão.
Recomendações sempre presentes nos ensinamentos cristãos, e na síntese admirável de Jesus, o Cristo de Deus ao afirmar: “Ama à Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Não faças ao próximo o que não deseja para ti. Eis toda a lei e os profetas”.
No Evangelho segundo o Espiritismo, repositório de sublimes consolações e esclarecimentos, no Capítulo V, item 25, o Espírito François de Genéve, em comunicação transmitida na cidade de Bordeaux, diz ser a melancolia uma saudade que o Espírito reencarnado tem da pátria espiritual. É de extrema importância e urgência que as criaturas reajam a este estado, reforçando a fé em Deus e ocupando-se de algum modo de forma positiva, procurando ser útil a si mesma e à sociedade. Hoje a palavra moderna para melancolia é depressão.
Louise L. Hay, orientadora espiritual, professora e conferencista norte-americana, incentiva as pessoas a atitudes positivas coerentes com as Leis Morais inseridas em “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, obra síntese da Doutrina Espírita. Há mais de quinze anos, após ter-se curado de câncer, vem auxiliando milhares de pessoas a descobrirem e usarem seu potencial de cura individual na luta contra doenças graves. Ela ensina-nos os nove passos para amar a si mesmo:
01) Abandone toda crítica. Recuse-se à criticar. Aceite-se como é. Todos nós mudamos; Esta recomendação, naturalmente, dá um grande alívio, livra-nos de uma enorme pressão interna de cobrança descabida.
02) Não se amedronte. Pare de se aterrorizar com seus pensamentos. Crie uma imagem mental positiva. A minha são rosas brancas, o céu e o mar que me dão muita paz e alegria.
03) Seja gentil, bondoso e paciente, seja gentil com você mesmo, trate-se como trataria alguém a quem ama.
04) Seja bondoso com sua mente. O ódio por si mesmo é apenas o ódio a seus pensamentos, Mude-os delicadamente.
05) Elogie-se. A crítica enfraquece o Espírito. O elogio o fortalece. Elogie-se o máximo que puder. Diga a si mesmo que está indo bem em cada detalhe de sua vida.
06) Dê apoio a si mesmo. Encontre maneiras de se dar apoio. Procure amigos e permita que o ajudem. É sinal de força pedir ajuda quando mais precisa.
07) Seja tolerante com seus defeitos. Reconheça que os criou para satisfazer uma necessidade. Agora está encontrando maneiras novas e positivas de responder a essas necessidades. Com tolerância liberte-se dos antigos padrões vibratórios
08) Cuide de seu corpo. Informe-se sobre a melhor nutrição adequada a você. Sobre exercícios. Proteja e reverencie o templo em que habita.
09) Olhe nos próprios olhos com freqüência . Expresse o crescente sentimento de amor que tem por você mesmo. Perdoe a si mesmo, olhando ao espelho. Converse com seus pais olhando ao espelho. Perdoe-os também.
Os conceitos de nossa querida irmã Louise tem por síntese: Respeito – Amor e Perdão.
Recomendações sempre presentes nos ensinamentos cristãos, e na síntese admirável de Jesus, o Cristo de Deus ao afirmar: “Ama à Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Não faças ao próximo o que não deseja para ti. Eis toda a lei e os profetas”.
Autoestima: aprenda a amar a si mesmo ao amar o próximo
Autoestima: aprenda a amar a si mesmo ao amar o próximo
Problemas de autoestima afligem muitas pessoas. Quem tem sua autoestima afetada sente-se, por algum motivo, inadaptado. É preciso pensar, no entanto, que nunca se nasce inadaptado —esse sentimento surge por alguma reação emocional. E essa não-aceitação, combinada ao orgulho que todos ainda carregam em maior ou menor grau, faz com que a pessoa sinta-se ofendida por um tratamento que recebeu. E com isso vem a baixa autoestima.
A melhor maneira de gostar de si mesmo e recuperar a autoestima é amar o seu próximo. E amar o próximo implica perdoá-lo.
Se perdoo, a atitude de ofensa de meu próximo não me atinge. E aí vem a compreensão. O fato de ter entendimento e compreensão equilibra minha autoestima.
É preciso enxergar o quanto, muitas vezes, o sentimento de baixa estima se esconde atrás da vaidade. Ainda que secreta ou inconscientemente, acredito não merecer aquilo por que estou passando —mereço algo melhor. Minha própria vaidade faz com que me sinta injustiçado, e eis que surge a baixa estima.
Como fazer, então, para me corrigir e voltar a ter paz e felicidade?
O perdão é o método perfeito para se corrigir. Quando alguém lhe faz algo e você perdoa, você automaticamente se corrigiu. Chega um momento que nem do perdão você precisa mais —o aspecto de compreensão leva-lhe a pensar: “Perdoar para quê? Como eu tenho meus defeitos e as minhas falhas, entendo os defeitos e as falhas dos outros, e não tenho por que perdoar”.
Longe de serem castigos, os incômodos que você sente diante de alguns comportamentos dos outros são os alertas que a Lei Divina lhe envia para que você mude o próprio comportamento. Procure notar: você nunca se sente incomodado diante dos defeitos alheios que já consegue evitar tranquilamente em si próprio.
Por isso é que aqueles que nos causam incômodo são nossos professores, e nunca inimigos ou obsessores. Não é melhor você ter alguém que lhe cause incômodo agora, para mostrar o que você precisa mudar, do que desencarnar sem mudar e sofrer todas as consequências no mundo espiritual, no umbral, por exemplo?
Todo ser humano se ama. Este sentimento é natural. Jesus tanto sabia disso que baseou a maior lei de Deus no “ame a seu próximo como a si mesmo”. Tenha o devido cuidado, portanto, com a baixa autoestima. O que ela faz é encobrir a vaidade —com humildade, ao sair de si mesmo em busca da Caridade e do amor a quem está ao seu lado, você descobrirá como amar a si mesmo de verdade.
Mensagem anotada durante palestra conferida pelo médium Rosino Caporice sob inspiração do Espírito da Verdade em reunião mediúnica realizada em São Paulo no dia 20/08/2011.
Problemas de autoestima afligem muitas pessoas. Quem tem sua autoestima afetada sente-se, por algum motivo, inadaptado. É preciso pensar, no entanto, que nunca se nasce inadaptado —esse sentimento surge por alguma reação emocional. E essa não-aceitação, combinada ao orgulho que todos ainda carregam em maior ou menor grau, faz com que a pessoa sinta-se ofendida por um tratamento que recebeu. E com isso vem a baixa autoestima.
A melhor maneira de gostar de si mesmo e recuperar a autoestima é amar o seu próximo. E amar o próximo implica perdoá-lo.
Se perdoo, a atitude de ofensa de meu próximo não me atinge. E aí vem a compreensão. O fato de ter entendimento e compreensão equilibra minha autoestima.
É preciso enxergar o quanto, muitas vezes, o sentimento de baixa estima se esconde atrás da vaidade. Ainda que secreta ou inconscientemente, acredito não merecer aquilo por que estou passando —mereço algo melhor. Minha própria vaidade faz com que me sinta injustiçado, e eis que surge a baixa estima.
Como fazer, então, para me corrigir e voltar a ter paz e felicidade?
O perdão é o método perfeito para se corrigir. Quando alguém lhe faz algo e você perdoa, você automaticamente se corrigiu. Chega um momento que nem do perdão você precisa mais —o aspecto de compreensão leva-lhe a pensar: “Perdoar para quê? Como eu tenho meus defeitos e as minhas falhas, entendo os defeitos e as falhas dos outros, e não tenho por que perdoar”.
Longe de serem castigos, os incômodos que você sente diante de alguns comportamentos dos outros são os alertas que a Lei Divina lhe envia para que você mude o próprio comportamento. Procure notar: você nunca se sente incomodado diante dos defeitos alheios que já consegue evitar tranquilamente em si próprio.
Por isso é que aqueles que nos causam incômodo são nossos professores, e nunca inimigos ou obsessores. Não é melhor você ter alguém que lhe cause incômodo agora, para mostrar o que você precisa mudar, do que desencarnar sem mudar e sofrer todas as consequências no mundo espiritual, no umbral, por exemplo?
Todo ser humano se ama. Este sentimento é natural. Jesus tanto sabia disso que baseou a maior lei de Deus no “ame a seu próximo como a si mesmo”. Tenha o devido cuidado, portanto, com a baixa autoestima. O que ela faz é encobrir a vaidade —com humildade, ao sair de si mesmo em busca da Caridade e do amor a quem está ao seu lado, você descobrirá como amar a si mesmo de verdade.
Mensagem anotada durante palestra conferida pelo médium Rosino Caporice sob inspiração do Espírito da Verdade em reunião mediúnica realizada em São Paulo no dia 20/08/2011.
OPINIÕES E AUTOESTIMA
OPINIÕES E AUTOESTIMA
O medo da rejeição leva muitos corações a alimentarem complexa obsessão em relação à opinião alheia sobre seus feitos, exigindo devotada reeducação dos sentimentos na busca da auto-estima que estabelecerá, paulatinamente, a segurança, a autoconfiança. Noutros casos, de forma oposta a esse medo, a indiferença à emissão de conceitos em torno de nossa personalidade é o resultado da invigilância e da vaidade.
Saber julgar os apontamentos sobre nós conferindo-lhes valor exato é exercício de humildade e bom senso no aprendizado da vida intrapessoal.
As pessoas maduras, que se amam verdadeiramente são autoconfiantes, sem auto-suficiência, sabem o valor real da participação alheia e permitem-na somente até o ponto em que são úteis ao progresso pessoal, quando externado e com respeito e lealdade. Para tais pessoas, a maledicência é atestado de incapacidade moral e imaturidade emocional.
Porque não aprendemos ainda o auto-amor, costumamos esperar as compensações e favores do amor alheio, permitindo um nível de insegurança e dependência dos outros face ao excessivo valor que depositamos no que eles pensam sobre nós.
O medo de ser rejeitado ou não aceito é um resquício fortemente gravado no psiquismo pelas experiências infantis ou por complexos adquiridos em outras existências. Crenças de desvalor a si próprio, consolidadas na mente da criança e do adolescente, refletem agora na adultidade como seqüelas dolorosas e inibidoras, provocando sentimentos de inutilidade e culpa, gerando a autocensura, a autopiedade e uma terrível síndrome de ser culpado pelo mundo estar como está, ainda que muitas situações nada tenham a ver com suas movimentações existenciais.
A auto-estima é fator determinante das atitudes humanas. Quando ela escasseia, a criatura estará sempre escrava de complexos inferiores atormentantes, por mais pródigas que sejam as vantagens de sua vida, cultivando hábitos que visam camuflar seus supostos males para que outros não os percebam.
Não logrando sempre ludibriar através dessa maquiagem, quando se percebe avaliada ou reconhecida em suas realidades, torna-se revoltada, indefesa, deprimida e ofendida. Essa situação tem um limite suportável até o ponto em que as decisões e ações começam a ser comprometidas por estranhas formas de agir, que podem estabelecer episódios neuróticos de gravidade, com estreitos limites com as psicoses.
Assinalemos ainda que, nos bastidores de variados casos, surgem as interferências espirituais dilatando o sofrimento desses corações, acentuando-lhes o sentimento de desmerecimento, de rejeição e desânimo, inspirando idéias nefandas e escolhas enfermiças.
As opiniões sobre nós são valorosas e merecem ouvidos atentos, quando se tornam críticas construtivas. E uma crítica para ser construtiva requer sinceridade fraterna, sentimento de solidariedade e que critica para ajudar apresenta alternativas de melhoria ou solução; afora isso podem não passar de palavras a esmo, mordacidade sistemática, maledicência ou inveja.
Convém-nos muita atenção a esse processo delicado do conviver, porque as expectativas que nutrimos, enquanto companheiros de lides, são muito elevadas unas para com os outros, vindo a constituir pesado ônus nos relacionamentos doutrinários. Em nossos ambientes, porque cultivamos o hábito da fraternidade e da indulgência, não devemos fugir do dever de orientar e corrigir os que partilham conosco das bênçãos do aprendizado.
O personalismo é uma lente de aumento que procura dilatar nossos valores e uma nuvem que busca ofuscar nossas imperfeições, tornando-se entrave à opinião sincera em razão de insuflar o melindre e a mágoa. Afogados em queixumes e desapontamentos algumas pessoas não esperavam serem avaliados em seus defeitos no centro espírita. Todavia, é preciso distinguir o que seja uma correção para denegrir e outra para crescer, sem deixar de lado a sinceridade e a sensatez.
As opiniões alheias são extenso e valoroso recurso de crescimento e não devemos menosprezá-las nunca, ainda mesmo quando constituam excessos, porque assim nos auxiliam a conhecer melhor quem as emitiu, servindo para estipular nossa própria opinião sobre o outro com juízo fraternal, distante da influência nociva da inferioridade que ainda carreamos nos caminhos da evolução.
O cultivo do afeto entre nós, não dispensa a opinião sincera e que, tendo por objetivo a melhoria e o esclarecimento devem ser emitidas de forma a elevar a auto-estima, transformando o medo de rejeição em um novo e agradável sentimento de segurança e amizade cristã.
Do livro: MEREÇA SER FELIZ – Superando as ilusões do orgulho
Wanderley S. de Oliveira – Espírito Ermance Dufaux
O medo da rejeição leva muitos corações a alimentarem complexa obsessão em relação à opinião alheia sobre seus feitos, exigindo devotada reeducação dos sentimentos na busca da auto-estima que estabelecerá, paulatinamente, a segurança, a autoconfiança. Noutros casos, de forma oposta a esse medo, a indiferença à emissão de conceitos em torno de nossa personalidade é o resultado da invigilância e da vaidade.
Saber julgar os apontamentos sobre nós conferindo-lhes valor exato é exercício de humildade e bom senso no aprendizado da vida intrapessoal.
As pessoas maduras, que se amam verdadeiramente são autoconfiantes, sem auto-suficiência, sabem o valor real da participação alheia e permitem-na somente até o ponto em que são úteis ao progresso pessoal, quando externado e com respeito e lealdade. Para tais pessoas, a maledicência é atestado de incapacidade moral e imaturidade emocional.
Porque não aprendemos ainda o auto-amor, costumamos esperar as compensações e favores do amor alheio, permitindo um nível de insegurança e dependência dos outros face ao excessivo valor que depositamos no que eles pensam sobre nós.
O medo de ser rejeitado ou não aceito é um resquício fortemente gravado no psiquismo pelas experiências infantis ou por complexos adquiridos em outras existências. Crenças de desvalor a si próprio, consolidadas na mente da criança e do adolescente, refletem agora na adultidade como seqüelas dolorosas e inibidoras, provocando sentimentos de inutilidade e culpa, gerando a autocensura, a autopiedade e uma terrível síndrome de ser culpado pelo mundo estar como está, ainda que muitas situações nada tenham a ver com suas movimentações existenciais.
A auto-estima é fator determinante das atitudes humanas. Quando ela escasseia, a criatura estará sempre escrava de complexos inferiores atormentantes, por mais pródigas que sejam as vantagens de sua vida, cultivando hábitos que visam camuflar seus supostos males para que outros não os percebam.
Não logrando sempre ludibriar através dessa maquiagem, quando se percebe avaliada ou reconhecida em suas realidades, torna-se revoltada, indefesa, deprimida e ofendida. Essa situação tem um limite suportável até o ponto em que as decisões e ações começam a ser comprometidas por estranhas formas de agir, que podem estabelecer episódios neuróticos de gravidade, com estreitos limites com as psicoses.
Assinalemos ainda que, nos bastidores de variados casos, surgem as interferências espirituais dilatando o sofrimento desses corações, acentuando-lhes o sentimento de desmerecimento, de rejeição e desânimo, inspirando idéias nefandas e escolhas enfermiças.
As opiniões sobre nós são valorosas e merecem ouvidos atentos, quando se tornam críticas construtivas. E uma crítica para ser construtiva requer sinceridade fraterna, sentimento de solidariedade e que critica para ajudar apresenta alternativas de melhoria ou solução; afora isso podem não passar de palavras a esmo, mordacidade sistemática, maledicência ou inveja.
Convém-nos muita atenção a esse processo delicado do conviver, porque as expectativas que nutrimos, enquanto companheiros de lides, são muito elevadas unas para com os outros, vindo a constituir pesado ônus nos relacionamentos doutrinários. Em nossos ambientes, porque cultivamos o hábito da fraternidade e da indulgência, não devemos fugir do dever de orientar e corrigir os que partilham conosco das bênçãos do aprendizado.
O personalismo é uma lente de aumento que procura dilatar nossos valores e uma nuvem que busca ofuscar nossas imperfeições, tornando-se entrave à opinião sincera em razão de insuflar o melindre e a mágoa. Afogados em queixumes e desapontamentos algumas pessoas não esperavam serem avaliados em seus defeitos no centro espírita. Todavia, é preciso distinguir o que seja uma correção para denegrir e outra para crescer, sem deixar de lado a sinceridade e a sensatez.
As opiniões alheias são extenso e valoroso recurso de crescimento e não devemos menosprezá-las nunca, ainda mesmo quando constituam excessos, porque assim nos auxiliam a conhecer melhor quem as emitiu, servindo para estipular nossa própria opinião sobre o outro com juízo fraternal, distante da influência nociva da inferioridade que ainda carreamos nos caminhos da evolução.
O cultivo do afeto entre nós, não dispensa a opinião sincera e que, tendo por objetivo a melhoria e o esclarecimento devem ser emitidas de forma a elevar a auto-estima, transformando o medo de rejeição em um novo e agradável sentimento de segurança e amizade cristã.
Do livro: MEREÇA SER FELIZ – Superando as ilusões do orgulho
Wanderley S. de Oliveira – Espírito Ermance Dufaux
Auto Estima
A auto-estima é o amor que sentimos por nós mesmos. Esse amor, entretanto, sofre influências de um padrão de imagens que temos sobre nós ou da forma como nos vemos, nos respeitamos e acreditamos no que somos. Geralmente, graduamos esse padrão como uma auto-estima baixa ou elevada e atribuímos uma opinião e um sentimento, ou seja, fazemos um auto-julgamento e, como conseqüência, sentimos uma valorização ou uma depreciação de quem somos. Apesar desse movimento que envolve julgamentos e sentimentos ser interno, subjetivo, as causas que nos fazem sofrer e diminuir a auto-estima são, em geral, externas, o que significa que vivenciamos determinadas situações e, como conseqüência, começou a nos sentir desvalorizados, inseguros, inadequados, não capazes de fazer certas coisas, e acabamos por mergulhar num mar de dúvidas sobre o que somos e devemos fazer. As atitudes que desenvolvemos nessa situação, na maioria das vezes, estão entre aquelas que buscam a aprovação dos outros, ou uma necessidade de agradar e ser reconhecido; o perfeccionismo, a atribuição de culpa, ou auto- culpa e a rigidez de atitudes não se permitindo errar, entre outras. Postas estas considerações, vamos abordar uma nova forma de entender a auto-estima na Nova Energia e, também, o que precisamos compreender para mudar nossos padrões de crenças, de forma a permitirmos ter uma auto-estima equilibrada. A Nova Consciência é relativa a uma auto-estima equilibrada, pela qual devemos nos amar profundamente, pois, se desejamos apoiar ou ajudar alguém ou alguma situação,
este é o alicerce. Provavelmente deve-lhe soar familiar essa questão, pois Jesus
já nos disse isso em sua época: “Ama-te a ti mesmo, e da mesma maneira que te
amares a ti, assim amarás a teu próximo.” Liberação dos padrões de auto-stima
baixa A auto-estima está, de qualquer modo, relacionada a duas formas de permissão, uma interna e outra externa: a primeira é a relação que esenvolvemos conosco mesmos, permitindo que uma situação vivida lá na infância, por exemplo, como um sentimento de ter sido desprezado pelos pais, ou desdenhado pelos colegas de escola, possa manter-se viva e cultivada de forma a afetar o amor próprio até hoje. A segunda é, ao mesmo tempo, uma relação que desenvolvemos com o mundo externo, isto é, nas relações pessoais que vivemos, permitindo que valores criados na sociedade possam diminuir o amor que sentimos por nós mesmos.
A questão aqui é a permissão: se permitimos que essas coisas nos afetem, podemos permitir a sua liberação, de uma forma simples e definitiva. É preciso que identifiquemos esses sentimentos e opiniões que nos mantêm num estado de desvalorização e os libertemos, pela firme intenção. Basta isso, a profunda
intenção de amar-se a si próprio, e a libertação dessas energias que aprisionamos ao longo da vida, tais como as energias de desprezo, as energias de inferioridade ante os outros, as energias da pobreza e da carência material, as energias de sentir-se excluído por alguma situação, a energia do abandono, a
energia da incompreensão, a energia da insegurança quanto ao futuro, a energia da violência, a energia do fracasso, as energias das culpas e dos medos, as energias da necessidade do reconhecimento, enfim, todas aquelas que no colocam distantes de nós mesmos. A liberação desses padrões de energia deve ser feita sem nenhum ritual. Entretanto, é necessário que da. “Guarde” esse novo estado como um novo “padrão” de sentir-se e amar-se. Uma nova auto-imagem Não somos meramente humanos, somos DIVINAMENTE humanos. Não somos pecadores, somos livres experimentadores. Não somos ovelhas que devem seguir o pastor, somos anjos humanos redescobrindo e ancorando nesse planeta nossos atributos Divinos. Não viemos aqui para sofrer, espiar nossas falhas, nós estamos aqui, AGORA, para trazer energias de LUZ a esse novo tempo. Não somos pequenos e ignorantes, pois portamos os atributos Divinos e estamos vivendo uma história de amor incondicional. Cada ser humano é uma expressão Divina, realizando uma jornada para ancorar em si próprio e nessa Terra a LUZ do amor incondicional e as qualidades de Deus. Essa é nossa missão. Mesmo que não a estejamos manifestando, ou que não consigamos nos lembrar, é isso que viemos fazer aqui. Alguns estão muito distantes dessa FONTE DE LUZ, por sua própria permissão, e querem permanecer assim. Muitos estão, inclusive, causando sofrimento a si e aos outros porque estão, ainda, presos a carmas pessoais e coletivos. Não os julguem, ao contrário, ame-os , não pelo que manifestam neste vida, mas pelo que são, pois no momento que se permitirem poderão expressar toda a Luz de que são constituídos. Haverá um tempo em que isso será possível para todos, porque esse planeta será elevado e haverá uma atração muito forte convidando a todos para
essa Luz. Aqueles, entretanto, que estão aqui e agora, lendo essas palavras e
conectando-se em algum nível nessa freqüência de Luz, sabem, se assim o
permitirem, que não estão naquele grupo, pois “algo” em si está chamando-os para que recordem o quanto Divinos somos e o quanto é grandiosa a nossa missão nesta vida. Somos os faróis de Luz, aqueles que permitem que a Luz Divina fique acesa e elevada para iluminar o caminho daqueles que virão. Esse é o nosso grande feito. Não precisa sair do seu lugar, basta que crie essa nova energia para si mesmo e a sustente bem ao alto. Com a auto-estima equilibrada nos Sentimos como um ser de Luz, portador de toda sabedoria, Humanamente Divinos. Essa é a auto-imagem que devemos espelhar para que nos possamos manter na energia equilibrada e permanecermos no Agora. Olhe-se no espelho, olhe sua alma, flua para dentro de si mesmo, descubra que você é Deus também, e conseqüentemente sinta o quanto é aplaudido pela sua jornada. Permita-se ser servido pelo universo. Saiba que nunca esteve e nunca estará sozinho.
AUTOESTIMA E AUTOSUPERAÇÃO ANTE A LEI DA REENCARNAÇÃO
AUTOESTIMA E AUTOSUPERAÇÃO ANTE A LEI DA REENCARNAÇÃO
Harley Lane, um menino inglês de 4 anos, teve uma meningite e foi desenganado pelos médicos. Sofreu uma septicemia, uma infecção que ocorre no sangue causada pela proliferação de bactérias e toxinas, conhecida também como sangue envenenado. Essa infecção danifica os tecidos do organismo e diminui a pressão arterial, provocando o fechamento de veias, interferindo na circulação sanguínea. Harley precisou amputar os braços e as pernas e pouco tempo depois, utilizando próteses e uma cadeira de rodas, voltou à escola e se tornou o garoto mais popular da classe, devido ao seu esforço de superação em um corpo físico completamente mutilado. Atualmente, é amparado por um assistente de ensino para ajudá-lo na higienização, prevenindo assim novas infecções.
Jessica Cox, uma americana nascida sem os braços, por conta de uma enfermidade congênita, vem ganhando popularidade nos Estados Unidos como exemplo de superação. Ela se tornou a primeira pessoa a conduzir uma aeronave somente com os pés e conseguiu um brevê de piloto. Cox não se entrega aos limites físicos e não se prende ao “não posso”, costuma dizer ante os desafios “ainda não consegui”. Sob esse raciocínio, acredita que quando na limitação física não se pode fazer algo, mas pode-se buscar meios de superação a fim de vencer, quebrar limites, expandir, ampliar horizontes, levando a barreira limite para mais distante do ponto anterior.
A maior conquista de Jessica é a auto-estima e elevado grau de auto-aceitação, o que dá a ela esses talentos. Em suas palestras, Jessica procura mostrar às outras pessoas que a auto-confiança é a principal arma para superar as adversidades. Há muitas pessoas ditas “normais” que sofrem de uma deficiência real – a falta de confiança em si mesmas, eis aí os verdadeiros aleijões humanos. Outro caso de superação é de Flávia Cristiane Fuga e Silva, uma brasileira de 26 anos, portadora de paralisia cerebral, que recebeu sua carteira de advogada, após cinco anos de faculdade e três exames da OAB-SP. Flávia praticamente não fala e se locomove com o auxílio de uma cadeira de rodas. Foi aprovada no exame 133, realizado em agosto de 2007, em que 84,1% dos 17.871 candidatos foram reprovados.
Muitos paralíticos, surdos, mudos e cegos, sob essa égide valorativa de "eficiência", são considerados "deficientes", isto é, aqueles cuja "eficiência" é falha, é insuficiente, e não tem como ser vencida, superada. Entendendo que o limitado físico não sofre de falta de "eficiência", por essa razão postulamos que os “deficientes” não são deficientes, apenas estão temporariamente restritos para fazerem uma ou outra coisa.
Os preceitos espíritas nos remetem a entender que somos sempre herdeiros de nós mesmos, motivo pelo qual é importante que nos esforcemos, a fim de crescermos emocionalmente, amadurecendo conceitos e reflexões, aspirações e programas reencarnatórios, cuja materialização nos submetemos. É importante reconhecermos as próprias dificuldades e esforçar-nos para vencê-las, evitando a queixa a fim de não deprimir o entusiasmo de viver, levando-nos a estados depressivos. Não devemos nos deter na autocompaixão piegas e inútil, precisamos nos motivarmos para crescer e alcançarmos os patamares psicológicos mais elevados de autosuperação.
É bem verdade que há dolorosas reencarnações que significam tremenda luta expiatória para as almas necrosadas no vício. As vicissitudes da vida corpórea constituem expiação das faltas do passado e, simultaneamente, provas com relação ao futuro a fim de depurar-nos e elevar-nos, se as suportamos resignados e sem autopiedades. A paralisia, o câncer, a epilepsia, a cegueira, a mudez, a idiotia, a surdez, a hanseníase, o diabete, o pênfigo foliáceo, a loucura e todo o conjunto das patologias de etiologias obscuras e quase incuráveis significam sanções instituídas pelo Criador da vida, portas a dentro da Justiça Universal, atendendo-nos aos próprios pedidos, para que não venhamos a perder as glórias eternas do espírito a troco de lamentáveis ilusões humanas.
Diante dos desafios do viver na Terra, devemos trilhar pelo caminho da autosuperação sob os influxos tenazes da autoconfiança. Esse estado de espírito resulta das conquistas contínuas que demonstram o valor de que se é portador, produzindo imensa alegria íntima, e esta se transforma em saúde emocional, com a subseqüente superação dos conflitos remanescentes das experiências de vidas pregressas.
Jorge Hessen
http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com
Harley Lane, um menino inglês de 4 anos, teve uma meningite e foi desenganado pelos médicos. Sofreu uma septicemia, uma infecção que ocorre no sangue causada pela proliferação de bactérias e toxinas, conhecida também como sangue envenenado. Essa infecção danifica os tecidos do organismo e diminui a pressão arterial, provocando o fechamento de veias, interferindo na circulação sanguínea. Harley precisou amputar os braços e as pernas e pouco tempo depois, utilizando próteses e uma cadeira de rodas, voltou à escola e se tornou o garoto mais popular da classe, devido ao seu esforço de superação em um corpo físico completamente mutilado. Atualmente, é amparado por um assistente de ensino para ajudá-lo na higienização, prevenindo assim novas infecções.
Jessica Cox, uma americana nascida sem os braços, por conta de uma enfermidade congênita, vem ganhando popularidade nos Estados Unidos como exemplo de superação. Ela se tornou a primeira pessoa a conduzir uma aeronave somente com os pés e conseguiu um brevê de piloto. Cox não se entrega aos limites físicos e não se prende ao “não posso”, costuma dizer ante os desafios “ainda não consegui”. Sob esse raciocínio, acredita que quando na limitação física não se pode fazer algo, mas pode-se buscar meios de superação a fim de vencer, quebrar limites, expandir, ampliar horizontes, levando a barreira limite para mais distante do ponto anterior.
A maior conquista de Jessica é a auto-estima e elevado grau de auto-aceitação, o que dá a ela esses talentos. Em suas palestras, Jessica procura mostrar às outras pessoas que a auto-confiança é a principal arma para superar as adversidades. Há muitas pessoas ditas “normais” que sofrem de uma deficiência real – a falta de confiança em si mesmas, eis aí os verdadeiros aleijões humanos. Outro caso de superação é de Flávia Cristiane Fuga e Silva, uma brasileira de 26 anos, portadora de paralisia cerebral, que recebeu sua carteira de advogada, após cinco anos de faculdade e três exames da OAB-SP. Flávia praticamente não fala e se locomove com o auxílio de uma cadeira de rodas. Foi aprovada no exame 133, realizado em agosto de 2007, em que 84,1% dos 17.871 candidatos foram reprovados.
Muitos paralíticos, surdos, mudos e cegos, sob essa égide valorativa de "eficiência", são considerados "deficientes", isto é, aqueles cuja "eficiência" é falha, é insuficiente, e não tem como ser vencida, superada. Entendendo que o limitado físico não sofre de falta de "eficiência", por essa razão postulamos que os “deficientes” não são deficientes, apenas estão temporariamente restritos para fazerem uma ou outra coisa.
Os preceitos espíritas nos remetem a entender que somos sempre herdeiros de nós mesmos, motivo pelo qual é importante que nos esforcemos, a fim de crescermos emocionalmente, amadurecendo conceitos e reflexões, aspirações e programas reencarnatórios, cuja materialização nos submetemos. É importante reconhecermos as próprias dificuldades e esforçar-nos para vencê-las, evitando a queixa a fim de não deprimir o entusiasmo de viver, levando-nos a estados depressivos. Não devemos nos deter na autocompaixão piegas e inútil, precisamos nos motivarmos para crescer e alcançarmos os patamares psicológicos mais elevados de autosuperação.
É bem verdade que há dolorosas reencarnações que significam tremenda luta expiatória para as almas necrosadas no vício. As vicissitudes da vida corpórea constituem expiação das faltas do passado e, simultaneamente, provas com relação ao futuro a fim de depurar-nos e elevar-nos, se as suportamos resignados e sem autopiedades. A paralisia, o câncer, a epilepsia, a cegueira, a mudez, a idiotia, a surdez, a hanseníase, o diabete, o pênfigo foliáceo, a loucura e todo o conjunto das patologias de etiologias obscuras e quase incuráveis significam sanções instituídas pelo Criador da vida, portas a dentro da Justiça Universal, atendendo-nos aos próprios pedidos, para que não venhamos a perder as glórias eternas do espírito a troco de lamentáveis ilusões humanas.
Diante dos desafios do viver na Terra, devemos trilhar pelo caminho da autosuperação sob os influxos tenazes da autoconfiança. Esse estado de espírito resulta das conquistas contínuas que demonstram o valor de que se é portador, produzindo imensa alegria íntima, e esta se transforma em saúde emocional, com a subseqüente superação dos conflitos remanescentes das experiências de vidas pregressas.
Jorge Hessen
http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com
Auto Estima
Auto Estima
Auto-Estima, segundo a concepção da psicologia, significa valorização de si mesmo, amor próprio, ou seja, auto-respeito e disposição interna para lidar com os problemas do dia-a-dia por piores que eles possam parecer.
Nossa atual realidade não favorece uma auto-estima positiva, tendo em vista a situação econômica do país, a falta de emprego, de segurança, ou seja, do mínimo que se necessita para manter uma situação emocional pelo menos confortável; é por esses e outros motivos, que se encontram hoje em dia, tantas pessoas com baixa auto-estima, gerando com isso uma sociedade cada vez mais problemática e violenta. O pior disso tudo é que as pessoas se esquecem de que também são seres espirituais, e que quando surgem obstáculos em suas vidas, é sempre para seu aperfeiçoamento moral; portanto, a disposição para lidar com esses obstáculos deve ser de força e confiança de que vai superá-los. Ao invés disso, o que se sobressai é o desânimo e a falta de fé, pois vêem tudo pelo lado material, onde o que importa mais é o ter, e o que é passado pelos meios de comunicação é que você só vale pelo que tem.
Essa imagem materialista que nos é passada, em que o ter é mais importante do que o ser, é a responsável pela maioria das guerras que já tivemos até hoje e que ainda continuamos a ter.
Todos nós somos obras do meio em que vivemos, da sociedade, da cultura, dos valores e das crenças que nos são introjetados desde a infância. Uma vez instaladas essas crenças, alterá-las ou mesmo nos livrarmos delas dá muito trabalho, pois se tornam inconscientes, ou seja, mesmo que não pensemos nelas, agimos de acordo, uma vez que o nosso inconsciente age por si próprio.
Necessitamos mais do que nunca hoje, mudar os nossos valores e crenças, para que possamos mudar a nossa realidade e, automaticamente, melhorar nossa auto-estima.
A mudança de valores ao contrário do que parece, não é tão difícil; porém, requer muita disponibilidade e vontade de melhorar e o principal, não depende de condição financeira, pois é um mecanismo interno.
Para que possamos ter uma auto-estima positiva, necessitamos primeiramente conhecer a nós mesmos, termos contato com os nossos defeitos e principalmente, querer melhorá-los; para isso, precisamos ter em vista que os nossos defeitos não são aqueles que nos incomodam e sim, o que incomoda os outros. É importante salientar que, como seres humanos, não temos somente defeitos, mas também possuímos muitas qualidades, as quais devemos valorizar em nós mesmos, pois quando valorizamos aquilo que sabemos fazer bem, é o primeiro passo para a melhora da auto-estima.
Nossa auto-estima deve ser cultivada no nosso cotidiano, através do pensamento positivo e da crença de que o amanhã será melhor, trazendo nova luz para que os problemas possam ser resolvidos. Para isso, devemos nos valer da verdade de que por pior que seja o nosso problema, Deus não nos desampara, ou seja, sempre coloca uma luz em nosso caminho. Essa luz pode ser um filho, que nos faz ver que vale a pena continuar lutando, ou um vizinho que vem nos oferecer ajuda de uma coisa que estamos precisando, ou até de um amigo ou parente que de repente aparece para saber como estamos.
É sempre importante lutar para conseguirmos melhorar nossa situação, mesmo que às vezes nos achemos impotentes e fracos; nesse momento devemos olhar para trás para vermos que exitem problemas piores que os nossos; basta ver, por exemplo, a situação dos países em guerra, onde você pode a qualquer momento, ser alvo de algum ataque, não tendo nenhum minuto de paz.
Nunca devemos culpar as pessoas pelos nossos problemas; devemos nos responsabilizar por eles e pensar em como podemos superá-los, procurando quem possa nos ajudar a melhorar nossas condições, ou seja, nos aperfeiçoar. Nunca devemos perder nenhuma oportunidade de aperfeiçoamento profissional e pessoal.
Sempre devemos lembrar que todos nós temos um campo energético em que refletimos o que estamos sentindo sem precisar dizer nada; nesse sentido, se temos um pensamento positivo e de respeito em relação a nós mesmos, automaticamente nosso campo energético emite ondas positivas, exigindo por assim dizer, o respeito das pessoas; por outro lado, se emitimos ondas de negativismo e desrespeito de nós mesmos, permitimos que as pessoas nos desrespeitem, abusem e nos explorem, agindo como se isso fosse o mais natural a fazer pois inconscientemente, é o que estamos transmitindo.
Lembremos sempre que as pessoas vão nos avaliar de acordo com a avaliação que fazemos de nós mesmos, portanto, somos aquilo que acreditamos ser, e se não estamos satisfeitos com o que somos, devemos nos reprogramar para que melhoremos nossas condições internas.
Auto-Estima, segundo a concepção da psicologia, significa valorização de si mesmo, amor próprio, ou seja, auto-respeito e disposição interna para lidar com os problemas do dia-a-dia por piores que eles possam parecer.
Nossa atual realidade não favorece uma auto-estima positiva, tendo em vista a situação econômica do país, a falta de emprego, de segurança, ou seja, do mínimo que se necessita para manter uma situação emocional pelo menos confortável; é por esses e outros motivos, que se encontram hoje em dia, tantas pessoas com baixa auto-estima, gerando com isso uma sociedade cada vez mais problemática e violenta. O pior disso tudo é que as pessoas se esquecem de que também são seres espirituais, e que quando surgem obstáculos em suas vidas, é sempre para seu aperfeiçoamento moral; portanto, a disposição para lidar com esses obstáculos deve ser de força e confiança de que vai superá-los. Ao invés disso, o que se sobressai é o desânimo e a falta de fé, pois vêem tudo pelo lado material, onde o que importa mais é o ter, e o que é passado pelos meios de comunicação é que você só vale pelo que tem.
Essa imagem materialista que nos é passada, em que o ter é mais importante do que o ser, é a responsável pela maioria das guerras que já tivemos até hoje e que ainda continuamos a ter.
Todos nós somos obras do meio em que vivemos, da sociedade, da cultura, dos valores e das crenças que nos são introjetados desde a infância. Uma vez instaladas essas crenças, alterá-las ou mesmo nos livrarmos delas dá muito trabalho, pois se tornam inconscientes, ou seja, mesmo que não pensemos nelas, agimos de acordo, uma vez que o nosso inconsciente age por si próprio.
Necessitamos mais do que nunca hoje, mudar os nossos valores e crenças, para que possamos mudar a nossa realidade e, automaticamente, melhorar nossa auto-estima.
A mudança de valores ao contrário do que parece, não é tão difícil; porém, requer muita disponibilidade e vontade de melhorar e o principal, não depende de condição financeira, pois é um mecanismo interno.
Para que possamos ter uma auto-estima positiva, necessitamos primeiramente conhecer a nós mesmos, termos contato com os nossos defeitos e principalmente, querer melhorá-los; para isso, precisamos ter em vista que os nossos defeitos não são aqueles que nos incomodam e sim, o que incomoda os outros. É importante salientar que, como seres humanos, não temos somente defeitos, mas também possuímos muitas qualidades, as quais devemos valorizar em nós mesmos, pois quando valorizamos aquilo que sabemos fazer bem, é o primeiro passo para a melhora da auto-estima.
Nossa auto-estima deve ser cultivada no nosso cotidiano, através do pensamento positivo e da crença de que o amanhã será melhor, trazendo nova luz para que os problemas possam ser resolvidos. Para isso, devemos nos valer da verdade de que por pior que seja o nosso problema, Deus não nos desampara, ou seja, sempre coloca uma luz em nosso caminho. Essa luz pode ser um filho, que nos faz ver que vale a pena continuar lutando, ou um vizinho que vem nos oferecer ajuda de uma coisa que estamos precisando, ou até de um amigo ou parente que de repente aparece para saber como estamos.
É sempre importante lutar para conseguirmos melhorar nossa situação, mesmo que às vezes nos achemos impotentes e fracos; nesse momento devemos olhar para trás para vermos que exitem problemas piores que os nossos; basta ver, por exemplo, a situação dos países em guerra, onde você pode a qualquer momento, ser alvo de algum ataque, não tendo nenhum minuto de paz.
Nunca devemos culpar as pessoas pelos nossos problemas; devemos nos responsabilizar por eles e pensar em como podemos superá-los, procurando quem possa nos ajudar a melhorar nossas condições, ou seja, nos aperfeiçoar. Nunca devemos perder nenhuma oportunidade de aperfeiçoamento profissional e pessoal.
Sempre devemos lembrar que todos nós temos um campo energético em que refletimos o que estamos sentindo sem precisar dizer nada; nesse sentido, se temos um pensamento positivo e de respeito em relação a nós mesmos, automaticamente nosso campo energético emite ondas positivas, exigindo por assim dizer, o respeito das pessoas; por outro lado, se emitimos ondas de negativismo e desrespeito de nós mesmos, permitimos que as pessoas nos desrespeitem, abusem e nos explorem, agindo como se isso fosse o mais natural a fazer pois inconscientemente, é o que estamos transmitindo.
Lembremos sempre que as pessoas vão nos avaliar de acordo com a avaliação que fazemos de nós mesmos, portanto, somos aquilo que acreditamos ser, e se não estamos satisfeitos com o que somos, devemos nos reprogramar para que melhoremos nossas condições internas.
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