PREOCUPAÇÃO II - LIVRO: AS DORES DA ALMA (HAMMED)
Nossa percepção, hoje, nos esclarece sobre os fatos do ontem, talvez sobre acontecimentos da semana passada ou, possivelmente, sobre eventos quase esquecidos de anos passados.
Tudo ocorre dentro de um perfeito sincronismo tempo/aprendizado. Não adianta nos preocuparmos com o nosso processo de aprendizado nem com o dos outros, pois, se alguém não está conseguindo caminhar convenientemente agora, é porque lhe falta algo a fazer, ou mesmo, coisas a aprender. No universo, tudo obedece a um ritmo natural; as raízes de nossa evolução corporal/espiritual estão arraigadas nas íntimas relações com a natureza. Em nível mais profundo, somos parte da natureza.
Vivenciamos conscientemente, a todos os instantes, os ciclos da natureza com nossas emoções e sentimentos. Experimentamos desânimo e abatimento no transcurso de um longo período de estiagem; porém, quando a chuva cai, a nossa sensação é de alegria e prazer; ou, durante as tempestades, nossas impressões oscilam desde a apreensão até o medo. Sentimos a alma leve e feliz com o surgimento do sol, nos dias calmos e iluminados.
Há um tempo para tudo. Em verdade, os ritmos que nos governam são inerentes à vida. Também nós, os espíritos domiciliados ou não na Terra física, identificamos nossos ritmos internos através das sensações da dor e do prazer que experimentamos, a fim de avaliarmos o "grau de acerto" de nossos atos e decisões.
Dia e noite, primavera e inverno, amanhecer e entardecer são fases da natureza, atuando diretamente nos ritmos de nossas ocupações e procedimentos do cotidiano.
Em verdade, a nossa identificação com a Vida Maior se plenifica, quando harmonizamos nossos ritmos internos com os ritmos externos da natureza.
Propõe o professor Rivail aos Nobres Emissários: "Os seres que habitam cada mundo hão todos alcançado o mesmo nível de perfeição? E os Espíritos respondem à questão com sabedoria: "Não; dá-se em cada um o que ocorre na Terra: uns Espíritos são mais adiantados do que outros".
Os ritmos interiores dos indivíduos se prendem ao nível evolucional/espiritual de cada um, e toda a vida no Universo está dentro de uma ordem perfeita. Tanto os astros da abóbada celeste como os seres microscópicos do nosso planeta, todos são regidos por um Divina Ordem, que mantém trajetórias e órbitas perfeitamente alinhadas, como também os ritmos e os propósitos coerentes com o grau de necessidade e progresso das pessoas e das criações.
Embora os ritmos biológicos de uma pessoa difiram completamente dos ritmos de outros seres, podemos encontrar ritmos orgânicos semelhantes em membros de uma mesma espécie.
A ação de inspirar resulta com exata precisão em seu reverso, a ação de expirar. Esta sucessão ou alternância produz um ritmo. Quando suprimimos um deles, o outro também desaparecerá, pois se submetem mutuamente. Por que aquilo que nos parece tão evidente na respiração nos passa despercebido, ou mesmo sem análise alguma, nos outros campos do conhecimento humano?
Os pulmões sustentam a vida orgânica descarregando periodicamente bióxido de carbono e absorvendo oxigênio, que é levado pelo sangue, vitalizando as células, invariavelmente As atividades celulares nos tecidos permanecem num constante estado de multiplicação, e a respiração é contínua e compassada.
Certos ritmos que nos dirigem são considerados como qualidades inerentes à vida e não podem ser impostos pela exterioridade.
O músculo cardíaco apresenta ritmo espontâneo. As batidas do coração dispõem de seus próprios marcapassos. Na aurícula direita, um minúsculo nódulo, conhecido como "sinus", à feição de um timoneiro numa antiga embarcação romana, possui uma tarefa gigante: marca o ritmo das batidas no "barco da vida". As células nervosas do cérebro detonam frequentes impulsos que, por sua vez, repercutem na ritmicidade das ondas cerebrais, que podem ser registradas pelo eletroencefalograma.
Em todo reino vegetal e animal, a função sexual é um fenômeno periódico, desde a polinização das plantas até o ciclo menstrual das mulheres, que é o resultado direto do aumento e diminuição dos hormônios num ritmo mais ou menos mensal.
Se pudéssemos observar o interior de alguém que está correndo, veríamos, com certa regularidade, a contratação de grupos alternados de músculos. Os chamados "flexores" se contraem, fazendo dobrar as articulações; os "extensores" se estendem, fazendo endireitar as articulações.
Toda vida em nós e fora de nós está em constante ritmicidade. Por que, então, desrespeitar os mecanismos de que se utilizam as leis divinas na evolução? Por que nos afligirmos e tentarmos mudar o imutável?
Como é importante caminhar, passo após passo, acompanhando nosso próprio "compasso existencial" e percebendo a hora propícia de mudança!
O dia de hoje nos fornecerá exatamente as oportunidades de que precisamos para compor com estrofes e versos harmônicos o "poema de nossa vida", cuja métrica foi antecipadamente determinada por nós no ontem. Nossas experiências da vida não acontecem por acaso. A Providência Divina nada faz sem um desígnio proveitoso; tudo tem sua razão de ser. Não é preciso desespero, nem preocupação; tudo acontece como tem que acontecer.
Hammed - As dores da alma
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
PREOCUPAÇÃO I - LIVRO: AS DORES DA ALMA (HAMMED)
PREOCUPAÇÃO I - LIVRO: AS DORES DA ALMA (HAMMED)
As tarefas evolutivas, executadas por nós na Terra, fazem parte de um processo dinâmico que levará nossas almas ainda por inúmeras encarnações. A vida não tem outro objetivo senão o de doação, de proteção e de recursos, para que possamos atingir uma estabilidade íntima que nos assegure a clareza e a serenidade mental, elementos imprescindíveis que nos facilitarão o progresso espiritual.
Se acreditarmos, porém, que nossa felicidade ou infelicidade venha das coisas externas, do acaso ou das mãos de outras pessoas, estaremos dificultando nosso crescimento e amadurecimento interior.
A pessoa que atingiu a lucidez espiritual já adquiriu a capacidade de compreender a eficiência com que a natureza age em nós. Ela se conduz no cotidiano, pacificada e serena, pois percebeu que está constantemente ganhando recursos da Vida Maior; mesmo quando atravessa o que consideramos "transtornos existenciais". Ao mesmo tempo, aprendeu que, por mais que se preocupe, a reunião de todas essas preocupações não poderá mudar coisa alguma em sua vida.
"... O Espírito na escolha das provas que queira sofrer (...) escolhe, de acordo com a natureza de suas faltas, as que o levem à expiação destas e a progredir mais depressa".
A Providência Divina agindo em nós faz com que saibamos exatamente o que precisamos escolher para nosso aprimoramento interior. Para que a consciência da pessoa tenha uma boa absorção ou uma sensível abertura para o aprendizado, é preciso que adquira senso e raciocínio, noção e atributos, todos extraídos das suas provas e expiações, ou seja, das diversas experiências vivenciais.
Ainda encontramos nesta questão: "uns impõem a si mesmos uma vida de misérias e privações (...) outros preferem experimentar as tentações da riqueza e do poder (...) muitos, finalmente, se decidem a experimentar suas forças nas lutas que terão de sustentar em contacto com o vício".
Por que então a nossa desmedida preocupação com o destino dos outros? Por que tentamos forçar as coisas para que aconteçam? As almas estão vivenciando o útil e o necessário para o desenvolvimento de suas potencialidades naturais e divinas. Podemos orientar, amar, apoiar, ajudar, mas jamais achar que sabemos melhor como as coisas devem ser e como as pessoas devem se comportar.
No entanto, é importante não confundirmos preocupação com prudência ou cautela. A previdência e o planejamento, para que possamos atingir um futuro promissor são desejos naturais dos homens de bom senso.
Na realidade, preocupação que dizer aflição e imobilização do presente por causa de um suposto fato que poderá acontecer ou ainda uma suspeita de que uma decisão poderá causar ruína ou perda.
A preocupação excessiva com fatos em geral e com o bem-estar das pessoas está alicerçada, em muitas ocasiões, em um mecanismo psicológico chamado "auto distração".
Os preocupados têm dificuldade de concentração no momento presente e, por isso, fazem com que a consciência se desvie do foco da experiência para a periferia, isto é, vivem entorpecidos no hoje por quererem controlar, com seus pensamentos e com sua imaginação, os fatos do amanhã.
Esse desvio da atenção é uma busca deliberada de distração do indivíduo; é uma forma de impedir a si próprio de ver o que precisa perceber em seu mundo interior.
Quando dizemos que nos preocupamos com os outros, quase sempre nos abstraindo:
das atitudes que não temos coragem de tomar;
das responsabilidades que não queremos assumir;
das carências afetivas que negamos a nós mesmos;
dos atos incoerentes que praticamos e não admitimos;
dos bloqueios mentais que possuímos e não aceitamos.
Deslocamos todos os nossos esforços, atenção e potencialidades para socorrer, proteger, salvar, convencer e aconselhar nossos "companheiros de viagem", olvidando muitas vezes, propositadamente ou não, nossa primeira e mais importante tarefa na Terra: a nossa transformação interior.
É incontestável que a preocupação jamais nos preservará das angústias do amanhã, apenas colocará obstáculos à nossas realizações do presente.
Não devemos nos preocupar e nem podemos forçar mudanças de atitudes nas pessoas. Em realidade, só podemos modificar a nós mesmos. Nosso livre-arbítrio nos confere possibilidades de uso particular com o fim específico de retificarmo-nos, porém não nos dá o direito de querer modificar os outros.
Acreditamos, ainda assim, que temos o poder de exigir que os outros pensem como nós e que podemos interferir nas manifestações dos adultos que nos cercam. Por mais queridos que nos sejam, não nos é lícito dissuadi-los de suas decisões e posturas de vida.
Cada um se expressa perante a existência como pode. Assim, suas criações, desejos, metas e objetivos são coerentes com seu grau evolutivo. Qualquer tipo de coação em um modo de ser é profundo desrespeito.
Confiemos no Poder Maior que rege a todos, visto que preocupação, em síntese, é desconfiança nas Leis da Vida. Não nos compete determinar ou dirigir as decisões alheias, nem mesmo temos o direito de convencer ninguém ou censurar as opções de vida de quem quer que seja.
Por que condenar os atos e as atitudes de alguém que o próprio "Criador do Universo" deixou livre para decidir? Por que sofrer ou preocupar-se com isso?
Hammed - as dores da alma
As tarefas evolutivas, executadas por nós na Terra, fazem parte de um processo dinâmico que levará nossas almas ainda por inúmeras encarnações. A vida não tem outro objetivo senão o de doação, de proteção e de recursos, para que possamos atingir uma estabilidade íntima que nos assegure a clareza e a serenidade mental, elementos imprescindíveis que nos facilitarão o progresso espiritual.
Se acreditarmos, porém, que nossa felicidade ou infelicidade venha das coisas externas, do acaso ou das mãos de outras pessoas, estaremos dificultando nosso crescimento e amadurecimento interior.
A pessoa que atingiu a lucidez espiritual já adquiriu a capacidade de compreender a eficiência com que a natureza age em nós. Ela se conduz no cotidiano, pacificada e serena, pois percebeu que está constantemente ganhando recursos da Vida Maior; mesmo quando atravessa o que consideramos "transtornos existenciais". Ao mesmo tempo, aprendeu que, por mais que se preocupe, a reunião de todas essas preocupações não poderá mudar coisa alguma em sua vida.
"... O Espírito na escolha das provas que queira sofrer (...) escolhe, de acordo com a natureza de suas faltas, as que o levem à expiação destas e a progredir mais depressa".
A Providência Divina agindo em nós faz com que saibamos exatamente o que precisamos escolher para nosso aprimoramento interior. Para que a consciência da pessoa tenha uma boa absorção ou uma sensível abertura para o aprendizado, é preciso que adquira senso e raciocínio, noção e atributos, todos extraídos das suas provas e expiações, ou seja, das diversas experiências vivenciais.
Ainda encontramos nesta questão: "uns impõem a si mesmos uma vida de misérias e privações (...) outros preferem experimentar as tentações da riqueza e do poder (...) muitos, finalmente, se decidem a experimentar suas forças nas lutas que terão de sustentar em contacto com o vício".
Por que então a nossa desmedida preocupação com o destino dos outros? Por que tentamos forçar as coisas para que aconteçam? As almas estão vivenciando o útil e o necessário para o desenvolvimento de suas potencialidades naturais e divinas. Podemos orientar, amar, apoiar, ajudar, mas jamais achar que sabemos melhor como as coisas devem ser e como as pessoas devem se comportar.
No entanto, é importante não confundirmos preocupação com prudência ou cautela. A previdência e o planejamento, para que possamos atingir um futuro promissor são desejos naturais dos homens de bom senso.
Na realidade, preocupação que dizer aflição e imobilização do presente por causa de um suposto fato que poderá acontecer ou ainda uma suspeita de que uma decisão poderá causar ruína ou perda.
A preocupação excessiva com fatos em geral e com o bem-estar das pessoas está alicerçada, em muitas ocasiões, em um mecanismo psicológico chamado "auto distração".
Os preocupados têm dificuldade de concentração no momento presente e, por isso, fazem com que a consciência se desvie do foco da experiência para a periferia, isto é, vivem entorpecidos no hoje por quererem controlar, com seus pensamentos e com sua imaginação, os fatos do amanhã.
Esse desvio da atenção é uma busca deliberada de distração do indivíduo; é uma forma de impedir a si próprio de ver o que precisa perceber em seu mundo interior.
Quando dizemos que nos preocupamos com os outros, quase sempre nos abstraindo:
das atitudes que não temos coragem de tomar;
das responsabilidades que não queremos assumir;
das carências afetivas que negamos a nós mesmos;
dos atos incoerentes que praticamos e não admitimos;
dos bloqueios mentais que possuímos e não aceitamos.
Deslocamos todos os nossos esforços, atenção e potencialidades para socorrer, proteger, salvar, convencer e aconselhar nossos "companheiros de viagem", olvidando muitas vezes, propositadamente ou não, nossa primeira e mais importante tarefa na Terra: a nossa transformação interior.
É incontestável que a preocupação jamais nos preservará das angústias do amanhã, apenas colocará obstáculos à nossas realizações do presente.
Não devemos nos preocupar e nem podemos forçar mudanças de atitudes nas pessoas. Em realidade, só podemos modificar a nós mesmos. Nosso livre-arbítrio nos confere possibilidades de uso particular com o fim específico de retificarmo-nos, porém não nos dá o direito de querer modificar os outros.
Acreditamos, ainda assim, que temos o poder de exigir que os outros pensem como nós e que podemos interferir nas manifestações dos adultos que nos cercam. Por mais queridos que nos sejam, não nos é lícito dissuadi-los de suas decisões e posturas de vida.
Cada um se expressa perante a existência como pode. Assim, suas criações, desejos, metas e objetivos são coerentes com seu grau evolutivo. Qualquer tipo de coação em um modo de ser é profundo desrespeito.
Confiemos no Poder Maior que rege a todos, visto que preocupação, em síntese, é desconfiança nas Leis da Vida. Não nos compete determinar ou dirigir as decisões alheias, nem mesmo temos o direito de convencer ninguém ou censurar as opções de vida de quem quer que seja.
Por que condenar os atos e as atitudes de alguém que o próprio "Criador do Universo" deixou livre para decidir? Por que sofrer ou preocupar-se com isso?
Hammed - as dores da alma
Preocupações íntimas
Queridos irmãos, bom dia.
Ultimamente venho sentindo a necessidade de expressar alguns sentimentos mais íntimos que têm me incomodado um pouco e, claro, o melhor lugar para expressar as opiniões é aqui em nosso pequeno espaço.
Venho percebendo, para minha tristeza, uma preocupação cada vez maior com o "ter" e menor com o "ser"; uma busca incessante pelo "material" e, muitas vezes, um total descaso pelo "espiritual"; um apelo quase irresistível para que sejamos "povo" e um esquecimento pelo que significa ser "gente".
Quero, antes de tudo, deixar claro que as opiniões expressas aqui são minhas e não se dirigem a ninguém em especial; apenas representam uma reflexão e a voz que clama no "deserto" de minha consciência.
Esquecemos da mensagem do Cristo e negligenciamos os seus ensinamentos; passamos hoje a ter uma sociedade onde a maioria considera a honestidade, retidão, caráter e moral risíveis, para não dizer ridículas.
Estamos nos aproximando de um momento social onde o "certo" será fazer o "errado" e quem busca seguir corretamente será taxado de "idiota" ou coisa pior.
Nossas crianças perderam o respeito pelos pais, avós ou parentes - para não dizer por todos os outros que não são familiares. Não se pede "licença", "desculpa" ou "por favor", todas as diferenças são resolvidas com violência - inclusive em casa - e não se conhece mais a palavra "diálogo". Estamos criando pequenos ditadores em nosso próprio lar, que perderam a noção dos limites e da educação, porque os pais buscam aliviar a culpabilidade da ausência com liberdades, presentes e desregramentos.
Somos a única sociedade na história onde os pais tem "medo" de educar seus filhos e onde os filhos tem "liberdade" para fazer o que querem, quando querem, como querem e com quem querem.
Talvez por conta disso tenha aumentado tanto o número de pacientes em consultórios das chamadas "psico"-logias - É o íntimo de cada ser humano que cobra inconscientemente por uma resposta da qual estamos cada vez mais nos afastando - nós mesmos.
Nossa sociedade "moderna" está cada vez mais criando pessoas "espelho" que são levadas e buscam gostar igual, vestir igual, comer igual, ter igual, ser igual aos modelos de perfeição que a mídia cria - esquecemos quem somos, o que queremos, como gostamos, onde desejamos chegar - e passamos a viver os sonhos e objetivos que outras pessoas criaram para nós; e, como não conseguimos, nos frustramos por isso.
Esquecemos que se não somos tão bons em determinada coisa ou se não temos a determinada forma física que desejamos não é porque "não prestamos para nada"; é porque não fomos criados iguais e cada um recebe o que deve ter para cumprir a sua programação. Não somos simplesmente uma massa - um povo - somos pessoas e cada pessoa tem seu jeito, sua maneira, suas vontades e seus desejos.
Quando não conseguimos entender isto vamos nos frustrando e afundando cada vez mais em uma solidão que não tem explicação - mesmo tendo em nossas mãos os meios de comunicação mais modernos do mundo estamos cada vez mais isolados em nós mesmos.
Temos receio do contato humano, esquecemos como conversar pessoalmente e, na maioria das vezes, se nos juntamos é para "curtir" e "farrar", sem a mínima preocupação nem respeito as limitações do meu corpo o dos outros.
Nos viciamos em sensações prazerozas ao corpo, porém prejudiciais à saúde; Buscamos o êxtase fisiológico e nos afastamos da plenitude espiritual - Estamos errando e sabemos disso, mas não conseguimos frear o "cavalo selvagem" de nossos impulsos mais primitivos que corre à nossa frente.
Somos criados, em nossa imensa maioria, com a idéia que se aceitarmos uma religião, comungarmos ou nos batizarmos, e formos a igreja pelo menos uma vez por mês estaremos salvos; Nossos lídres religiosos ainda apregoam infernos e penitencias que não se enquadram mais com as idéias sociais das pessoas e isto causa um desagregamento nos valores morais que uma religião pode fornecer, afastando as pessoas do verdadeiro sentimento de "amor a Deus" e criando uma legião de religiosos "por conveniencia", que conhecem as leis divinas, mas não acreditam no modo como elas são ensinadas e, desta forma, não se importam com as consequencias que possam advir de seus atos - quem duvida basta olhar para a nossa juventude.
Por outro lado temos grupos que esquecem a "graça de Deus" e procuram o "Deus da Graça" - aquele que promete dar em favores e recompensas materiais o que nós não temos a vontade de lutar para conseguir ou a compreensão de entender quando não conseguimos - "ele tem que nos dar"!
Hoje, e cada dia mais, me convenço que o homem necessita da orientação segura de uma família equilibrada e de uma religião acolhedora e esclarecedora, bem como de acompanhamento educacional e social que possa dar dignidade e condições para que aquele carvão bruto se torne o diamante que vai auxiliar a impulsionar a sociedade com seus exemplos.
Governos vão e vem, fazem e acontecem, porém sempre buscando recompensas nas urnas ou no poder; auxiliam a alguns, atendendo suas necessidades de fome e sede físicos; porém são incapazes de aliviar a sede do espírito.
Nós, os que nos dizemos religiosos, necessitamos buscar alternativas para fomentar a compreensão, exemplificar o esforço no bem como caminho construtor da felicidade, orientar a fé em Jesus como amparo em todas as horas - E o esforço começano lar, seguindo para as cercanias e depois para mais além.
Não nos portemos como os fariseus da parábola que "louvam com os lábios, mas ocoração está distante". Façamos o que é certo - não porque é "politicamente correto" e seremos vistos pelos outros - mas porque em nosso coração temos a certeza de fazer com amor verdadeiro o que o nosso próximo necessita.
Sejamos alguns dos "poucos trabalhadores" da vinha que "é imensa"; e vivamos diariamente a mensagem do evangelho em nossos corações, trazendo através de nossos atos e de nossa vida o exemplo que modificará, um dia, aos que nos observarem atentamente, tentando encontrar algum deslize - não é fácil e seremos muitas vezes ridicularizados, mas como disse um amigo espiritual certa vez "vale a pena cada passo"!
Paz com todos
João Batista Sobrinho
Leia Mais em: http://www.bomespirito.com/2010/05/preocupacoes-intimas-comentarios.html#ixzz2sJDeGDE0
Obrigado pelo carinho e Paz Contigo
Ultimamente venho sentindo a necessidade de expressar alguns sentimentos mais íntimos que têm me incomodado um pouco e, claro, o melhor lugar para expressar as opiniões é aqui em nosso pequeno espaço.
Venho percebendo, para minha tristeza, uma preocupação cada vez maior com o "ter" e menor com o "ser"; uma busca incessante pelo "material" e, muitas vezes, um total descaso pelo "espiritual"; um apelo quase irresistível para que sejamos "povo" e um esquecimento pelo que significa ser "gente".
Quero, antes de tudo, deixar claro que as opiniões expressas aqui são minhas e não se dirigem a ninguém em especial; apenas representam uma reflexão e a voz que clama no "deserto" de minha consciência.
Esquecemos da mensagem do Cristo e negligenciamos os seus ensinamentos; passamos hoje a ter uma sociedade onde a maioria considera a honestidade, retidão, caráter e moral risíveis, para não dizer ridículas.
Estamos nos aproximando de um momento social onde o "certo" será fazer o "errado" e quem busca seguir corretamente será taxado de "idiota" ou coisa pior.
Nossas crianças perderam o respeito pelos pais, avós ou parentes - para não dizer por todos os outros que não são familiares. Não se pede "licença", "desculpa" ou "por favor", todas as diferenças são resolvidas com violência - inclusive em casa - e não se conhece mais a palavra "diálogo". Estamos criando pequenos ditadores em nosso próprio lar, que perderam a noção dos limites e da educação, porque os pais buscam aliviar a culpabilidade da ausência com liberdades, presentes e desregramentos.
Somos a única sociedade na história onde os pais tem "medo" de educar seus filhos e onde os filhos tem "liberdade" para fazer o que querem, quando querem, como querem e com quem querem.
Talvez por conta disso tenha aumentado tanto o número de pacientes em consultórios das chamadas "psico"-logias - É o íntimo de cada ser humano que cobra inconscientemente por uma resposta da qual estamos cada vez mais nos afastando - nós mesmos.
Nossa sociedade "moderna" está cada vez mais criando pessoas "espelho" que são levadas e buscam gostar igual, vestir igual, comer igual, ter igual, ser igual aos modelos de perfeição que a mídia cria - esquecemos quem somos, o que queremos, como gostamos, onde desejamos chegar - e passamos a viver os sonhos e objetivos que outras pessoas criaram para nós; e, como não conseguimos, nos frustramos por isso.
Esquecemos que se não somos tão bons em determinada coisa ou se não temos a determinada forma física que desejamos não é porque "não prestamos para nada"; é porque não fomos criados iguais e cada um recebe o que deve ter para cumprir a sua programação. Não somos simplesmente uma massa - um povo - somos pessoas e cada pessoa tem seu jeito, sua maneira, suas vontades e seus desejos.
Quando não conseguimos entender isto vamos nos frustrando e afundando cada vez mais em uma solidão que não tem explicação - mesmo tendo em nossas mãos os meios de comunicação mais modernos do mundo estamos cada vez mais isolados em nós mesmos.
Temos receio do contato humano, esquecemos como conversar pessoalmente e, na maioria das vezes, se nos juntamos é para "curtir" e "farrar", sem a mínima preocupação nem respeito as limitações do meu corpo o dos outros.
Nos viciamos em sensações prazerozas ao corpo, porém prejudiciais à saúde; Buscamos o êxtase fisiológico e nos afastamos da plenitude espiritual - Estamos errando e sabemos disso, mas não conseguimos frear o "cavalo selvagem" de nossos impulsos mais primitivos que corre à nossa frente.
Somos criados, em nossa imensa maioria, com a idéia que se aceitarmos uma religião, comungarmos ou nos batizarmos, e formos a igreja pelo menos uma vez por mês estaremos salvos; Nossos lídres religiosos ainda apregoam infernos e penitencias que não se enquadram mais com as idéias sociais das pessoas e isto causa um desagregamento nos valores morais que uma religião pode fornecer, afastando as pessoas do verdadeiro sentimento de "amor a Deus" e criando uma legião de religiosos "por conveniencia", que conhecem as leis divinas, mas não acreditam no modo como elas são ensinadas e, desta forma, não se importam com as consequencias que possam advir de seus atos - quem duvida basta olhar para a nossa juventude.
Por outro lado temos grupos que esquecem a "graça de Deus" e procuram o "Deus da Graça" - aquele que promete dar em favores e recompensas materiais o que nós não temos a vontade de lutar para conseguir ou a compreensão de entender quando não conseguimos - "ele tem que nos dar"!
Hoje, e cada dia mais, me convenço que o homem necessita da orientação segura de uma família equilibrada e de uma religião acolhedora e esclarecedora, bem como de acompanhamento educacional e social que possa dar dignidade e condições para que aquele carvão bruto se torne o diamante que vai auxiliar a impulsionar a sociedade com seus exemplos.
Governos vão e vem, fazem e acontecem, porém sempre buscando recompensas nas urnas ou no poder; auxiliam a alguns, atendendo suas necessidades de fome e sede físicos; porém são incapazes de aliviar a sede do espírito.
Nós, os que nos dizemos religiosos, necessitamos buscar alternativas para fomentar a compreensão, exemplificar o esforço no bem como caminho construtor da felicidade, orientar a fé em Jesus como amparo em todas as horas - E o esforço começano lar, seguindo para as cercanias e depois para mais além.
Não nos portemos como os fariseus da parábola que "louvam com os lábios, mas ocoração está distante". Façamos o que é certo - não porque é "politicamente correto" e seremos vistos pelos outros - mas porque em nosso coração temos a certeza de fazer com amor verdadeiro o que o nosso próximo necessita.
Sejamos alguns dos "poucos trabalhadores" da vinha que "é imensa"; e vivamos diariamente a mensagem do evangelho em nossos corações, trazendo através de nossos atos e de nossa vida o exemplo que modificará, um dia, aos que nos observarem atentamente, tentando encontrar algum deslize - não é fácil e seremos muitas vezes ridicularizados, mas como disse um amigo espiritual certa vez "vale a pena cada passo"!
Paz com todos
João Batista Sobrinho
Leia Mais em: http://www.bomespirito.com/2010/05/preocupacoes-intimas-comentarios.html#ixzz2sJDeGDE0
Obrigado pelo carinho e Paz Contigo
Desgaste Inútil
Desgaste Inútil
Marcus De Mario*
Muitas pessoas vivem a síndrome da ansiedade, sempre preocupadas com o que pode acontecer. Junto com a depressão, a ansiedade é considerada uma doença moderna, aguçada pelo capitalismo e tecnologia dos tempos atuais. Estudando as causas da ansiedade, o psicólogo inglês D. Engler chegou à seguinte classificação:
Preocupação com coisas que nunca chegam a acontecer – 40%.
Preocupação por coisas que nenhuma força conseguiria mudar – 35%
Preocupação por coisas que no fim acabam dando certo – 15%
Preocupação sem nenhum motivo válido – 8%
Preocupação por coisas que realmente merecem atenção – 2%
A conclusão é de que em 98 de 100 casos as preocupações não fazem sentido ou não são realmente importantes, sendo em sua maioria imaginárias, provocando ansiedade, depressão, distúrbios orgânicos e emocionais.
A pessoa ansiosa normalmente é repleta de medos e angústias, o que faz com que, diante da preocupação muitas vezes imaginária, mantenha-se paralisada, sem procurar saber a verdade ou sem procurar uma solução para aquilo que a aflige. Pode também viver num estado maior ou menor de pânico, com taquicardias, sudorese e outros sintomas que parecem mostrar desequilíbrios orgânicos, quando na verdade são efeitos do estado de ansiedade. Tudo isso, ao longo do tempo, pode realmente levar a pessoa a ficar organicamente doente, assim como abre as portas, do ponto de vista espiritual, pela lei de sintonia, para um processo obsessivo.
Sobre o assunto, a benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, em seu livro “O Homem Integral”, psicografo pelo médium Divaldo Pereira Franco, ensina que:
“O grande desafio contemporâneo para o homem é o seu autodescobrimento. Não apenas identificação das suas necessidades, mas, principalmente, da sua realidade emocional, das suas aspirações legítimas e reações diante das ocorrências do cotidiano. Mediante o aprofundamento das descobertas íntimas, altera-se a escala de valores e surgem novos significados para a sua luta, que contribuem para a tranquilidade e a autoconfiança”.
Descobrir-se é a senha para uma vida mais tranquila, com menos estresse. Na medida em que procuramos saber quem somos, de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde vamos, reavaliamos o existir e refletimos sobre os valores que nos impulsionam frente à sociedade e à própria vida, levando-nos a significar as lutas de cada dia com mais amplitude, percebendo o potencial interior de que somos dotados, o que gera tranquilidade, paz de espírito.
Lembremos que o Mestre Jesus proclamou ter vencido o mundo, ou seja, não se deixou levar pelos constrangimentos que a sociedade procura impor através do egoísmo, informando ainda que se nossa fé for verdadeira, tudo podemos superar.
É por isso que, em seu texto, Joanna de Ângelis complementa:
“A análise cuidadosa da existência planetária e das suas finalidades proporciona a vivência salutar da oportunidade orgânica, sem o apego mórbido ao corpo, nem ao medo de perdê-lo. Os ideais espiritualistas, o conhecimento da sobrevivência à morte física, tranquilizam o homem, fazendo que considere a transitoriedade do corpo e a perenidade da vida, da qual ninguém se eximirá”.
O tratamento da ansiedade, desse desgaste inútil que acarretamos a nós mesmos, passa pela espiritualização do ser, e nesse campo o Espiritismo realiza uma grande contribuição, ao informar e demonstrar que não somos o corpo, que somos almas imortais em trânsito para a perfeição, pois a vida continua depois da morte do equipamento orgânico.
E ainda mais, pois a doutrina espírita resgata em espírito e verdade os ensinos de Jesus sobre o amor ao próximo, a solidariedade fraternal, a compaixão, a oração que nos liga a Deus e gera novas energias, a fé que remove montanhas. Ensinos que, colocados em prática, nos levam à verdadeira felicidade, à paz de espírito que tanto almejamos, vencendo as disputas que engendramos no passado, sacudindo a poeira da acomodação e espantando os medos que ainda nos acompanham.
Evitemos preocupações imaginárias para preservarmos a saúde orgânica e o equilíbrio emocional, utilizando as lições do Espiritismo para construção de um amanhã mais feliz.
*Marcus De Mario é escritor, tendo vários livros publicados, palestrante, colaborador da mídia espírita, educador e consultor empresarial
Marcus De Mario*
Muitas pessoas vivem a síndrome da ansiedade, sempre preocupadas com o que pode acontecer. Junto com a depressão, a ansiedade é considerada uma doença moderna, aguçada pelo capitalismo e tecnologia dos tempos atuais. Estudando as causas da ansiedade, o psicólogo inglês D. Engler chegou à seguinte classificação:
Preocupação com coisas que nunca chegam a acontecer – 40%.
Preocupação por coisas que nenhuma força conseguiria mudar – 35%
Preocupação por coisas que no fim acabam dando certo – 15%
Preocupação sem nenhum motivo válido – 8%
Preocupação por coisas que realmente merecem atenção – 2%
A conclusão é de que em 98 de 100 casos as preocupações não fazem sentido ou não são realmente importantes, sendo em sua maioria imaginárias, provocando ansiedade, depressão, distúrbios orgânicos e emocionais.
A pessoa ansiosa normalmente é repleta de medos e angústias, o que faz com que, diante da preocupação muitas vezes imaginária, mantenha-se paralisada, sem procurar saber a verdade ou sem procurar uma solução para aquilo que a aflige. Pode também viver num estado maior ou menor de pânico, com taquicardias, sudorese e outros sintomas que parecem mostrar desequilíbrios orgânicos, quando na verdade são efeitos do estado de ansiedade. Tudo isso, ao longo do tempo, pode realmente levar a pessoa a ficar organicamente doente, assim como abre as portas, do ponto de vista espiritual, pela lei de sintonia, para um processo obsessivo.
Sobre o assunto, a benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, em seu livro “O Homem Integral”, psicografo pelo médium Divaldo Pereira Franco, ensina que:
“O grande desafio contemporâneo para o homem é o seu autodescobrimento. Não apenas identificação das suas necessidades, mas, principalmente, da sua realidade emocional, das suas aspirações legítimas e reações diante das ocorrências do cotidiano. Mediante o aprofundamento das descobertas íntimas, altera-se a escala de valores e surgem novos significados para a sua luta, que contribuem para a tranquilidade e a autoconfiança”.
Descobrir-se é a senha para uma vida mais tranquila, com menos estresse. Na medida em que procuramos saber quem somos, de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde vamos, reavaliamos o existir e refletimos sobre os valores que nos impulsionam frente à sociedade e à própria vida, levando-nos a significar as lutas de cada dia com mais amplitude, percebendo o potencial interior de que somos dotados, o que gera tranquilidade, paz de espírito.
Lembremos que o Mestre Jesus proclamou ter vencido o mundo, ou seja, não se deixou levar pelos constrangimentos que a sociedade procura impor através do egoísmo, informando ainda que se nossa fé for verdadeira, tudo podemos superar.
É por isso que, em seu texto, Joanna de Ângelis complementa:
“A análise cuidadosa da existência planetária e das suas finalidades proporciona a vivência salutar da oportunidade orgânica, sem o apego mórbido ao corpo, nem ao medo de perdê-lo. Os ideais espiritualistas, o conhecimento da sobrevivência à morte física, tranquilizam o homem, fazendo que considere a transitoriedade do corpo e a perenidade da vida, da qual ninguém se eximirá”.
O tratamento da ansiedade, desse desgaste inútil que acarretamos a nós mesmos, passa pela espiritualização do ser, e nesse campo o Espiritismo realiza uma grande contribuição, ao informar e demonstrar que não somos o corpo, que somos almas imortais em trânsito para a perfeição, pois a vida continua depois da morte do equipamento orgânico.
E ainda mais, pois a doutrina espírita resgata em espírito e verdade os ensinos de Jesus sobre o amor ao próximo, a solidariedade fraternal, a compaixão, a oração que nos liga a Deus e gera novas energias, a fé que remove montanhas. Ensinos que, colocados em prática, nos levam à verdadeira felicidade, à paz de espírito que tanto almejamos, vencendo as disputas que engendramos no passado, sacudindo a poeira da acomodação e espantando os medos que ainda nos acompanham.
Evitemos preocupações imaginárias para preservarmos a saúde orgânica e o equilíbrio emocional, utilizando as lições do Espiritismo para construção de um amanhã mais feliz.
*Marcus De Mario é escritor, tendo vários livros publicados, palestrante, colaborador da mídia espírita, educador e consultor empresarial
Espiritismo e Preocupação - Felipe Morel Wilkon
Espiritismo e preocupação não combinam…
Você costuma se preocupar? Você já se deu conta de quanta energia você despende se preocupando? A preocupação é uma pré-ocupação, ou seja, ocupar-se antecipadamente com alguma coisa. Você já percebeu que a maioria das coisas com que se preocupa nunca acontece?
Quando você se preocupa você está duvidando da sua capacidade de resolver eventuais problemas; quando você se preocupa você demonstra que não confia em si mesmo; quando você se preocupa você impede que Deus aja em você. Ficou claro essa última parte? Deus age em você, Deus age por você, Deus age através de você. Você é manifestação de Deus. Não parece?
Pra quem se acostumou com uma visão de Deus como um ser externo, como o velho barbudo Jeová, pode ser difícil conceber a ideia de que Ele esteja em nós, em todos nós. Nós somos manifestações divinas, e quando confiamos na Vida, na Providência, em nós mesmos, estamos confiando em Deus. O estado de confiança, o sentir-se seguro de si mesmo e das coisas que nos acontecem é a confiança em Deus, sem a qual nos tornamos neuróticos ansiosos e preocupados.
Ficar se preocupando com o que está por vir é uma enorme perda de tempo e energia. Se você está se preparando para um acontecimento qualquer: um encontro, uma festa, uma entrevista de emprego, a prestação que vai vencer, você precisa guardar sua energia para resolver o problema, para fazer o que deve ser feito, no momento em que for preciso. Mas quando você se preocupa você gasta esta energia antes, e na hora em que o fato acontece, você já esta exausto, sem forças, sem disposição e sem inspiração para resolver o que quer que seja.
Quando somos crianças aprendemos que preocupação é coisa de adulto, coisa de gente grande, de gente séria. Crescemos achando que se preocupar com alguém é demonstrar carinho, cuidado e afeição. Crescemos achando que se preocupar com as coisas é ser previdente, é sinal de responsabilidade e prudência. Preocupação é burrice!
Preocupação é uma gigantesca burrice! Quantas vezes você já ficou imaginando possibilidades tenebrosas que nunca se concretizaram? Quantas oportunidades você deixou escapar por se preocupar com possíveis consequências? Quantas coisas boas você deixou de aproveitar por causa dos “e se…”, “mas e se…”?
Hoje em dia há tantos fanáticos religiosos e aproveitadores da credulidade alheia que não levamos muito a sério frases como “se entregar a Deus”, “deixar Deus agir”. Talvez você fique um pouco desconfiado com uma frase dessas. Mas se entregar a Deus é fazer o que é certo, fazer o que precisa ser feito, sem se preocupar com o resto, sem ficar ansioso com o dia de amanhã.
Nosso estado mental de confiança permite que coisas boas aconteçam, porque não criamos barreiras à ação de Deus. Não gostou da frase? Podemos refazê-la: Nosso estado mental de confiança permite que coisas boas aconteçam, porque não criamos barreiras ao fluxo do universo.
Tudo no universo é equilíbrio, tudo funciona perfeitamente. Só deixa de funcionar perfeitamente quando há um obstáculo. No nosso caso, o obstáculo é a preocupação, essa energia pesada gerada pela ansiedade. Nós somos o que pensamos. Nossa imaginação tem o poder de criar e modificar realidades. Quando acionamos os mecanismos da imaginação pela preocupação, estamos dando ensejo à manifestação de nossos temores. Além de atrair mentes enfermiças com pensamentos semelhantes, de encarnados e desencarnados…
Mude seus hábitos, faça a sua parte e confie em Deus. É difícil? Tente! Persista! Você consegue!
- See more at: http://www.espiritoimortal.com.br/preocupacao-e-uma-gigantesca-burrice/#sthash.2VcCUs1k.dpuf
Você costuma se preocupar? Você já se deu conta de quanta energia você despende se preocupando? A preocupação é uma pré-ocupação, ou seja, ocupar-se antecipadamente com alguma coisa. Você já percebeu que a maioria das coisas com que se preocupa nunca acontece?
Quando você se preocupa você está duvidando da sua capacidade de resolver eventuais problemas; quando você se preocupa você demonstra que não confia em si mesmo; quando você se preocupa você impede que Deus aja em você. Ficou claro essa última parte? Deus age em você, Deus age por você, Deus age através de você. Você é manifestação de Deus. Não parece?
Pra quem se acostumou com uma visão de Deus como um ser externo, como o velho barbudo Jeová, pode ser difícil conceber a ideia de que Ele esteja em nós, em todos nós. Nós somos manifestações divinas, e quando confiamos na Vida, na Providência, em nós mesmos, estamos confiando em Deus. O estado de confiança, o sentir-se seguro de si mesmo e das coisas que nos acontecem é a confiança em Deus, sem a qual nos tornamos neuróticos ansiosos e preocupados.
Ficar se preocupando com o que está por vir é uma enorme perda de tempo e energia. Se você está se preparando para um acontecimento qualquer: um encontro, uma festa, uma entrevista de emprego, a prestação que vai vencer, você precisa guardar sua energia para resolver o problema, para fazer o que deve ser feito, no momento em que for preciso. Mas quando você se preocupa você gasta esta energia antes, e na hora em que o fato acontece, você já esta exausto, sem forças, sem disposição e sem inspiração para resolver o que quer que seja.
Quando somos crianças aprendemos que preocupação é coisa de adulto, coisa de gente grande, de gente séria. Crescemos achando que se preocupar com alguém é demonstrar carinho, cuidado e afeição. Crescemos achando que se preocupar com as coisas é ser previdente, é sinal de responsabilidade e prudência. Preocupação é burrice!
Preocupação é uma gigantesca burrice! Quantas vezes você já ficou imaginando possibilidades tenebrosas que nunca se concretizaram? Quantas oportunidades você deixou escapar por se preocupar com possíveis consequências? Quantas coisas boas você deixou de aproveitar por causa dos “e se…”, “mas e se…”?
Hoje em dia há tantos fanáticos religiosos e aproveitadores da credulidade alheia que não levamos muito a sério frases como “se entregar a Deus”, “deixar Deus agir”. Talvez você fique um pouco desconfiado com uma frase dessas. Mas se entregar a Deus é fazer o que é certo, fazer o que precisa ser feito, sem se preocupar com o resto, sem ficar ansioso com o dia de amanhã.
Nosso estado mental de confiança permite que coisas boas aconteçam, porque não criamos barreiras à ação de Deus. Não gostou da frase? Podemos refazê-la: Nosso estado mental de confiança permite que coisas boas aconteçam, porque não criamos barreiras ao fluxo do universo.
Tudo no universo é equilíbrio, tudo funciona perfeitamente. Só deixa de funcionar perfeitamente quando há um obstáculo. No nosso caso, o obstáculo é a preocupação, essa energia pesada gerada pela ansiedade. Nós somos o que pensamos. Nossa imaginação tem o poder de criar e modificar realidades. Quando acionamos os mecanismos da imaginação pela preocupação, estamos dando ensejo à manifestação de nossos temores. Além de atrair mentes enfermiças com pensamentos semelhantes, de encarnados e desencarnados…
Mude seus hábitos, faça a sua parte e confie em Deus. É difícil? Tente! Persista! Você consegue!
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Preocupação
"Observai os pássaros do céu: eles não semeiam nem colhem..."
"Observai como crescem os lírios dos campos: eles não trabalham nem fiam..."
"...não estejais inquietos pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. A cada dia basta o seu mal"
(Passagem bíblica - Cap XXV, item 6)
A estratégia da preocupação é nos manter distantes do momento presente, imobilizando as realizações do agora em função de coisas que poderão ou não acontecer.
Desperdiçamos, por conseqüência, tempo e energias preciosas, obcecados com os eventos do porvir, sobre os quais não temos qualquer tipo de comando, pois olvidamos que tudo que podemos e devemos dirigir é somente nossas próprias vidas.
São realmente diversas as preocupações sobre as quais não temos nenhum controle: a doença dos outros, a alegria dos filhos, o amor das pessoas, o julgamento alheio sobre nós, a morte de familiares e outras tantas.
Podemos, porém, nos "pré-ocupar" o quanto quisermos com essas questões, que não traremos a saúde, a felicidade, o amor, a consideração ou mesmo o retorno à vida, porque todas elas são coisas que fogem às nossas possibilidades.
Outra questão é quando passamos por enormes desequilíbrios causados pelo desgaste emocional de nos ocuparmos antes do tempo certo com coisas e pessoas, o que ocasiona insônias, decepções e angústias pelo temor antecipado do que poderá vir a acontecer no amanhã.
Não confundamos "pré-ocupação" com "previdência", porque se preparar ou ser precavido para realizar planos para dias vindouros é tino de bom senso e lógica; mas prudência não é preocupação, porque enquanto uma é sensata e moderada, a outra é irracional e tolhe o indivíduo, prejudicando-o nos seus projetos e empreendimentos do hoje. (...)
"Não estejais inquietos com o dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo.
A cada dia basta seu mal"
O Criador provê suas criaturas com o necessário, porquanto seria impossível a Natureza criar em nós uma necessidade sem nos dar meios para supri-la.
"Vede os pássaros do céu, vede os lírios dos campos"
Além do mais, pedia-nos que fizéssemos observações de como a vida se comporta e que deixássemos de nos "pré-ocupar", convidando-nos a olhar para nossa criação divina que a todos acolhe.
O Mestre queria dizer com essas afirmativas que tudo o que vemos tem ligação conosco e com todas as partes do Universo e que somos, em realidade, participantes de uma Natureza comum. As mesmas causas que cooperam para o benefício de uns cooperam da mesma forma para o de outros.
Quando há confiança, existe fé; e é essa fé que abre o fluxo divino para a manutenção e prosperidade de nossa existência, dando-nos juntamente a proteção que buscamos em todos os níveis da vida.
Livro: "Renovando Atitudes - Francisco do Espírito Santo Neto pelo espírito Hammed"
"Observai como crescem os lírios dos campos: eles não trabalham nem fiam..."
"...não estejais inquietos pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. A cada dia basta o seu mal"
(Passagem bíblica - Cap XXV, item 6)
A estratégia da preocupação é nos manter distantes do momento presente, imobilizando as realizações do agora em função de coisas que poderão ou não acontecer.
Desperdiçamos, por conseqüência, tempo e energias preciosas, obcecados com os eventos do porvir, sobre os quais não temos qualquer tipo de comando, pois olvidamos que tudo que podemos e devemos dirigir é somente nossas próprias vidas.
São realmente diversas as preocupações sobre as quais não temos nenhum controle: a doença dos outros, a alegria dos filhos, o amor das pessoas, o julgamento alheio sobre nós, a morte de familiares e outras tantas.
Podemos, porém, nos "pré-ocupar" o quanto quisermos com essas questões, que não traremos a saúde, a felicidade, o amor, a consideração ou mesmo o retorno à vida, porque todas elas são coisas que fogem às nossas possibilidades.
Outra questão é quando passamos por enormes desequilíbrios causados pelo desgaste emocional de nos ocuparmos antes do tempo certo com coisas e pessoas, o que ocasiona insônias, decepções e angústias pelo temor antecipado do que poderá vir a acontecer no amanhã.
Não confundamos "pré-ocupação" com "previdência", porque se preparar ou ser precavido para realizar planos para dias vindouros é tino de bom senso e lógica; mas prudência não é preocupação, porque enquanto uma é sensata e moderada, a outra é irracional e tolhe o indivíduo, prejudicando-o nos seus projetos e empreendimentos do hoje. (...)
"Não estejais inquietos com o dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo.
A cada dia basta seu mal"
O Criador provê suas criaturas com o necessário, porquanto seria impossível a Natureza criar em nós uma necessidade sem nos dar meios para supri-la.
"Vede os pássaros do céu, vede os lírios dos campos"
Além do mais, pedia-nos que fizéssemos observações de como a vida se comporta e que deixássemos de nos "pré-ocupar", convidando-nos a olhar para nossa criação divina que a todos acolhe.
O Mestre queria dizer com essas afirmativas que tudo o que vemos tem ligação conosco e com todas as partes do Universo e que somos, em realidade, participantes de uma Natureza comum. As mesmas causas que cooperam para o benefício de uns cooperam da mesma forma para o de outros.
Quando há confiança, existe fé; e é essa fé que abre o fluxo divino para a manutenção e prosperidade de nossa existência, dando-nos juntamente a proteção que buscamos em todos os níveis da vida.
Livro: "Renovando Atitudes - Francisco do Espírito Santo Neto pelo espírito Hammed"
PREOCUPAÇÕES
PREOCUPAÇÕES
Quando nos defrontamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação.
São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.
São problemas que envolvem os filhos, o vestibular, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deverá começar. São tantas incertezas...
O garoto conseguirá superar todas as etapas? E se não conseguir, como reagirá?
A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, cairá novamente em depressão?
O novo chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira? Estará garantido nosso emprego?
E a festa de aniversário a preparar? Ficará tudo pronto a tempo e a hora?
Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.
Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.
Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé em Deus ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.
Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.
Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.
Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.
Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.
Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.
Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.
Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.
* * *
Deus conhece as nossas necessidades e a elas provê, como for necessário.
Ele nunca deixa ao abandono os que Nele confiam.
Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.
É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.
Redação do Momento Espírita com base no cap. 26 do livro
Revelações da luz, pelo Espírito Camilo, psicografia de
J. Raul Teixeira, ed. Fráter e no item 7 do cap. XXV
do livro O evangelho segundo o Espiritismo, de
Allan Kardec, ed. Feb.
Em 29.06.2009.
Quando nos defrontamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação.
São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.
São problemas que envolvem os filhos, o vestibular, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deverá começar. São tantas incertezas...
O garoto conseguirá superar todas as etapas? E se não conseguir, como reagirá?
A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, cairá novamente em depressão?
O novo chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira? Estará garantido nosso emprego?
E a festa de aniversário a preparar? Ficará tudo pronto a tempo e a hora?
Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.
Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.
Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé em Deus ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.
Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.
Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.
Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.
Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.
Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.
Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.
Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.
* * *
Deus conhece as nossas necessidades e a elas provê, como for necessário.
Ele nunca deixa ao abandono os que Nele confiam.
Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.
É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.
Redação do Momento Espírita com base no cap. 26 do livro
Revelações da luz, pelo Espírito Camilo, psicografia de
J. Raul Teixeira, ed. Fráter e no item 7 do cap. XXV
do livro O evangelho segundo o Espiritismo, de
Allan Kardec, ed. Feb.
Em 29.06.2009.
O veneno da preocupação
Matéria do Jornal "O CLARIM".
Junho/2008
André Rabello
Perante as nuvens de incertezas que amiúde escurecem o céu de nossas mais caras esperanças, o veneno da preocupação mal contida, freqüentemente, nos intoxica os delicados mecanismos da alma. Diante dela, tememos o que o futuro nos mostrará, ao mesmo tempo em que ignoramos a realidade do presente, perdendo inúmeras oportunidades de crescimento espiritual. Ensejos de praticar a caridade, ajudar a familiares, socorrer a dor de necessitados, estudar lições edificantes do Evangelho de Jesus e tantos outros, que aparecem como luzes que a Clemência Divina nos coloca no caminho, visando nos conduzir ao reino de nossa redenção, são por nós ignorados, pois permanecemos com os olhos fechados para a nossa reforma íntima, nos preocupando em excesso com o futuro que ainda não conhecemos.
Quando o nobre espírito Hammed fala da preocupação no seu livro “As Dores da Alma” (1) nos alerta para essa postura equivocada. Pensar excessivamente no que há de vir pode se constituir num mecanismo de fuga para nossas responsabilidades do tempo atual. Quanto mais nos preocupamos com os problemas que teremos de enfrentar, e outros que apenas existem dentro de nossas mentes, menos agimos de forma útil no presente, acumulando maior soma de preocupações para os dias que se seguem. E quando deixamos este processo seguir de forma indiscriminada, acabamos assoberbados de dificuldades não resolvidas que têm como resultante inevitável muitos dos males emocionais dos tempos modernos, tais como a ansiedade, a depressão, esgotamentos nervosos, etc.
Qual a solução para que quebremos este círculo vicioso de preocupações? Busquemos na Doutrina Espírita as respostas e veremos que apenas o antídoto do trabalho e da coragem poderá nos curar da doença das preocupações excessivas. Trabalhemos no intuito de resolver os problemas que desafiam nossa tranqüilidade interior o mais rápido possível, e tenhamos coragem para enfrentarmos os desdobramentos que eles poderão apresentar, na certeza de que quanto mais adiarmos a resolução de nossas questões difíceis, mais complicadas elas se nos apresentarão futuramente.
Portanto, se não queremos nos “pré-ocupar” mentalmente com nenhum problema, nos cansando desnecessariamente, procuremos nos ocupar deles, resolvendo-os da melhor forma, angariando para nosso coração a tranqüilidade da consciência tranqüila e o galardão da fortaleza interior.
BIBLIOGRAFIA
(1) – AS DORES DA ALMA – FRANCISCO DO ESPÍRITO SANTO NETO – DITADO PELO ESPÍRITO HAMMED.
Preocupações
Preocupações
Não se aflija por antecipação, porquanto é possível que a vida resolva o seu problema, ainda hoje, sem qualquer esforço de sua parte.
Não é a preocupação que aniquila a pessoa e sim a preocupação em virtude da preocupação.
Antes das suas dificuldades de agora, você já faceou inúmeras outras e já se livrou de todas elas, com o auxílio invisível de Deus.
Uma pessoa ocupada em servir nunca dispõe de tempo para lembrar injúria ou ingratidão.
Disse um notável filósofo: "uma criatura irritada está sempre cheia de veneno", e podemos acrescentar: "e de enfermidade também".
Trabalhe antes, durante e depois de qualquer crise e o trabalho garantirá sua paz.
Conte as bênçãos que lhe enriquecem a vida, em anotando os males que porventura lhe visitem o coração, para reconhecer o saldo imenso de vantagens a seu favor.
Geralmente, o mal é o bem mal-interpretado.
Em qualquer fracasso, compreenda que se você pode trabalhar, pode igualmente servir, e quem pode servir carrega consigo um tesouro nas mãos.
Por maior lhe seja o fardo do sofrimento, lembre-se de que Deus, que agüentou você ontem, agüentará também hoje.
Autor: André Luiz
Psicografia de Chico Xavier. Do livro: Sinal Verde
Não se aflija por antecipação, porquanto é possível que a vida resolva o seu problema, ainda hoje, sem qualquer esforço de sua parte.
Não é a preocupação que aniquila a pessoa e sim a preocupação em virtude da preocupação.
Antes das suas dificuldades de agora, você já faceou inúmeras outras e já se livrou de todas elas, com o auxílio invisível de Deus.
Uma pessoa ocupada em servir nunca dispõe de tempo para lembrar injúria ou ingratidão.
Disse um notável filósofo: "uma criatura irritada está sempre cheia de veneno", e podemos acrescentar: "e de enfermidade também".
Trabalhe antes, durante e depois de qualquer crise e o trabalho garantirá sua paz.
Conte as bênçãos que lhe enriquecem a vida, em anotando os males que porventura lhe visitem o coração, para reconhecer o saldo imenso de vantagens a seu favor.
Geralmente, o mal é o bem mal-interpretado.
Em qualquer fracasso, compreenda que se você pode trabalhar, pode igualmente servir, e quem pode servir carrega consigo um tesouro nas mãos.
Por maior lhe seja o fardo do sofrimento, lembre-se de que Deus, que agüentou você ontem, agüentará também hoje.
Autor: André Luiz
Psicografia de Chico Xavier. Do livro: Sinal Verde
Fogo Mental
FOGO MENTAL
Reunião pública de 06.10.61
1ª. Parte, cap. IVI, Item 2
Reunião pública de 06.10.61
1ª. Parte, cap. IVI, Item 2
Fogo íntimo!... As consciências insensibilizadas no crime só lhe sentem as chamas quando as entranhas do espírito se lhe contorcem ao peso; todavia, basta ligeira falta cometida para que as almas retas lhe sofram as labaredas...
Figura-se látego mortífero, em agitação permanente, conquanto retido no coração, imobilizando o pensamento no desespero.
Agrava-nos a inferioridade, devora-nos o tempo, dilapida-nos a esperança, consome-nos as forças.
É como se, depois de atacar alguém, viéssemos a tombar no recesso de nós mesmos, confundidos pelas pancadas que desferimos nos outros...
O remorso é esse fogo mental, diluindo a existência em suplício invisível.
Foge, assim, de ofender, pois, embora o perdão se erija qual remédio eficaz, na Misericórdia Divina, para as doenças que levianamente criamos, é da própria Lei que, aos ferirmos alguém, caiamos, por nossa vez, inevitavelmente entregues aos resultados de nossos golpes, a fim de que sejamos também feridos.
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